Academiæ

"Me disseram que pensar era ingênuo, e daí? Nossa geração não quer pensar. Pois que pense, a que há de vir."

Sugestão #10

Uma obra de Thomas Mann

A Montanha Mágica, de Thomas Mann.
Eleito um dos melhores livros do século XX pela revista Época.

  • Editora: Nova Fronteira
  • Autor: THOMAS MANN
  • ISBN: 852091831X
  • Origem: Nacional
  • Ano: 2006
  • Número de páginas: 960
  • Acabamento: Brochura
  • Formato: Médio

 

 


DESCRIÇÃO:
Num sanatório na Suíça, reúnem-se indivíduos de várias raças e credos. Aí se entrelaçam problemas, inquietações, sofrimentos de toda ordem. Construído nos anos seguintes à Primeira Guerra Mundial, este romance é o mais completo painel de uma Europa enferma, à procura de uma unidade. Prêmio Jabuti 2001 – Capa e Produção Editorial. Eleito um dos cem livros mais importantes de todos os tempos pelo Círculo do Livro da Noruega. A Montanha Mágica (no original em alemão Der Zauberberg) é um livro escrito por Thomas Mann em 1924. Um dos romances mais influentes da literatura mundial do século XX,foi importante para a conquista do Prêmio Nobel de Literatura em 1929 por Mann. É um exemplo clássico da literatura que os alemães classificam como Bildungsroman.

Às vezes apontado como um livro sem enredo, a obra trata da história de um jovem engenheiro naval alemão, de Hamburgo, chamado Hans Castorp. Ele visita o primo Joachim Ziemssen num sanatório destinado ao tratamento de doenças respiratórias localizado em Davos, nos Alpes suíços, pouco antes do começo da Primeira Guerra Mundial. Apesar de ser encaminhado ao sanatório apenas para uma visita e para tratar uma anemia, Hans Castorp vai aos poucos mostrando sinais de que tem tuberculose pulmonar e acaba estendendo sua visita ao sanatório por meses e anos. Nesse período, Castorp, pouco a pouco, afasta-se da vida “na planície” e conquista o que chama de liberdade da vida normal. Desliga-se do tempo, da carreira e da família e é atraído pela doença, pela introspecção e pelo facinio sobre a morte. Ao mesmo tempo, amadurece e trava contato mais profundo com a política, a arte, a cultura, a religião, a filosofia, as fragilidades humanas (racionais, emocionais e instintivas),  e o caráter subjetivo do tempo (um dos temas mais importantes da obra é facinate).

Nas palavras do autor: “Seria, segundo ele [Mann], uma viagem à decadência; contudo, ele também a qualificou como a busca da ‘idéia do homem, o conceito de uma humanidade futura que vivenciou o mais profundo conhecimento da doença e da morte’.”…

OPINIÃO PESSOAL: Ainda não tive a oportunidade de ler a obra, mas como muitos amigos sugeriram e o livro recebeu boas criticas, pretendo le-lo até o final de Agosto mais já vou recomendando. Quem já leu fique a vontade para comentar.

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