Academiæ

"Me disseram que pensar era ingênuo, e daí? Nossa geração não quer pensar. Pois que pense, a que há de vir."

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Filosofia em Séries de TV

Já foi lançando um 2ª volume na Europa.

Recentemente fiz o download da obra “Philosophie en Séries” (“Filosofia em Séries”), publicado na França, sem tradução no Brasil. Se são muitos os subprodutos que as séries procriam, poucos são os que se mostram tão inventivos e, digamos, filosóficos. A obra “expõem” as teorias filosóficas mascaradas por trás de prognósticos médicos, investigações criminais e tiroteios entre outras coisas. Mostrando que filosofia não é uma coisa distante nem sem utilidade. Para você amante de séries aqui vai um pequeno teste para ver se além de você assistir a série você aprende alguma coisa além dos nomes de produtos químicos, doenças e protocolos de segurança (riso).

Um exemplo da filosofia em toda parte, relacione série e filosofia e comece a pensar.

Apresentação do editor

Grandes séries agora são os programas mais assistidos na televisão. Este sucesso é não só a sua qualidade de entretenimento: ele também reflete o fato de que essas séries retratam as grandes questões da vida. Desperate Housewives é o problema da felicidade Prison Break, o da liberdade, enquanto Dr. House enfrenta o problema da busca da verdade e 24 Heures Chrono levou a se perguntar se vale tudo na luta contra os terroristas. Por que não aproveitar o tempo para olhar de outra forma? Por que não levar a sério a ficção e tornam o ponto de partida para a reflexão filosófica? Tal é o desafio que está por trás da série Filosofia. Cada capítulo da análise de uma série, apresenta um problema filosófico e conduz à leitura de um ou mais textos de filosofia mais ou menos convencionais. Clara e educacional, este livro é o desafio de reunir a cultura de massa e da filosofia através de um diálogo permanente entre os personagens e conceitos filosóficos. Os fãs vão ver as suas séries favoritas em uma nova luz, enquanto estudantes do ensino médio, estudantes e qualquer pessoa interessada em filosofia terá com este livro, a oportunidade de filosofar de outro modo.
  • Paperback: 176 páginas
  • Editora: Elipses (25 de maio de 2009)
  • Idioma: Francês
  • ISBN-10: 2729848681
  • ISBN-13: 978-2729848682

A obra fez tanto sucesso que um segundo volume já esta sendo vendido na Europa e nos EUA, mas como culturalmente os brasileiro resiste ao habito de ler e pensar (não necessariamente nessa ordem) não existe previsão de nenhum dos volumes serem lançados no Brasil. Ainda assim existem cerca de 17 titulos similares publicado no Brasil (contra os mais de 80 lançados em território europeu). Mesmo sem saber francês consegui ler e entender uns 90% da pespectiva abordada no livro, aos que quiserem se aventurar arranhado francês eu recomendo ler com o Google Translator aberto quando tiver uma trecho muito complexo (ex: pág. 23)

Vídeo Publicitário do Livro “Philosophie en Séries”
http://www.youtube.com/watch?v=HCECIvTet4Q

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Sugestão #14: Gênio Indomável

OBS: Caro visitantes e amigos leitores, hoje devido a certos imprevistos não tive muito tempo de selecionar e analisar pessoal mente uma sugestão, mas para não deixar essa quita sem filme, estarei aproveitando a sugestão do Prof. Francisco dono do Blog Filosofia e Vida. Obrigado ao professor e espero que todos gostem do filme (eu já o assisti mais preferiria te-lo assistido novamente para garantir um olhar critico e pessoal como em minhas sugestões anteriores).

 

 

“Quem se dedica à filosofia põe-se á procura do homem, e escuta o que ele diz, observa o que ele faz e se interessa por sua palavra e ação, desejoso de partilhar, com seus concidadãos, do destino comum da humanidade”. – Karl Jaspers

– Para que ou por que existimos?

– O que devemos ou podemos fazer de nossas vidas?

– Interrogando-se sobre a própria existência: a busca do sentido de ser humano.

Título original: (Good Will Hunting)
Lançamento: 1997 (EUA)
Direção: Gus Van Sant
Atores: Matt Damon, Robin Williams, Ben Affleck, Stellan Skarsgard
Duração: 126 min
Gênero: Drama

2 – O filme mostra a realidade de um colégio no qual, os alunos ali matriculados, são desafiados a resolverem questões de matemática, o que não conseguem. As questões eram colocadas no Mural, em um dos corredores do colégio, e na outra face da moeda, um jovem, faxineiro da casa, sem que minguém soubesse, resolvia as questões. Como havia um prêmio para quem conseguisse a resolução e, sendo assim, ninguém se apresentou para recebê-lo. Até que um dia o jovem faxineiro foi flagrado naquele local finalizando a resolução do problema que nem mesmo o professor conseguia fazê-lo.

Obviamente, o jovem faxineiro passa a ser interessante para o corpo docente daquele colégio. Após passar por vários psicólogos sem êxito, eis que surge um que, desafiando a identidade do discípulo consegue, enfim, direcioná-lo no desenvolvimento de seu potencial.

3- A história é narrada dentro de um percurso linear, alternando cenas externas e em estúdio, os personagens que se destacam são os professores, o jovem faxineiro e sua namorada também estudante do colégio. São silenciados os alunos do colégio, as cenas são cadenciadas no inicio e um tanto frenéticas no final; pretendem encenar a possibilidade da descoberta de um gênio em matemática, e o tema central é percebido sem grandes dificuldades.

4– O filme aborda um problema de Identidade: “quem sou eu?”
Esse é o referencial filosófico: como saber quem sou eu? Como, de que maneira, através de quem descobrir minha identidade?

5- A filosofia vê esse tema-problema, dentro mesmo da questão da Identidade (quem sou eu?), numa visão holística, isto é, o ser humano em seu contexto histórico, em todas as suas dimensões (amor, desejo, ética, violência, conhecimento, tempo, etc.).

Conclusão

A questão do sentido da própria vida, como por exemplo, por que existo? Por que estou aqui neste mundo? Para que viver? E quem sou eu? São questões de ordem filosófica muito profundas. Descobrir-se, conhecer-se, sobretudo nos dias atuais, implica um trabalho muito complexo. Da mesma forma podemos direcionar a pergunta no geral, ou seja, na existência da própria humanidade, qual tem sido o seu papel no mundo? Que tipo de fruto tem produzido? Refletindo sobre suas ações no planeta, seu modo de tratar a vida e tudo o que vive – certamente fica ainda mais difícil encontrar respostas.

Fonte: Texto produzido  para o projeto Filosofia  e Vida, Curso da Unicamp com o Governo do Estado de SP, 2006.

Para ler O Fio da Navalha

Um dos clássicos do séc. XX

O Fio da Navalha (The Razor’s Edge, no original), um romance de William Somerset Maugham

  • Autor: W. Somerset Maugham
  • Editora: Globo
  • Título: O Fio da Navalha ( Ed. Revista)
  • Gênero: Literatura Estrangeira Romance
  • Páginas: 424
  • Formato: 14x21cm
  • ISBN: 9788525034892

Sinopse

O século 20 produziu uma quantidade enorme de histórias sobre ex-combatentes de guerra que, ao voltarem para casa, não se reconhecem mais naquilo que vêem e precisam de algum modo reencontrar o fio da meada. No entanto poucas obras literárias se tornaram tão emblemáticas dessa situação quanto este romance de W. Somerset Maugham. Depois de ver seu melhor amigo morrer nos campos de batalha da Primeira Guerra, o jovem norte-americano Larry Darrell retorna aos Estados Unidos completamente transformado. Em pouco tempo, decide deixar a vida burguesa de Chicago e adiar seu casamento com a bela Isabel. Como muitos jovens de sua geração, Darrell vai passar uma temporada de aprendizado existencial em Paris, onde perambula pelos cafés e começa a ler livros sobre a Índia e o Nepal. Entusiasmado com as descobertas e a possibilidade de um mundo radicalmente novo, Darrell viaja para esses países em busca de iluminação espiritual –assim como o próprio autor fez na década de 30. Anos mais tarde, de volta a Paris, Darrell reencontra Isabel e vários amigos americanos que haviam deixado os EUA depois da crise financeira de 1929.

Fragmento do Livro:
Nunca senti maior apreensão ao começar um romance. E se digo romance é por não saber de que outra maneira chamá-lo. Não tem grande enredo, não acaba com morte nem com casamento. A morte põe termo a todas as coisas e é, portanto, fim lógico para uma história; mas também o casamento é solução muito correta e os blasés fariam mal em escarnecer daquilo que comumente se diz que “acabou bem”. O instinto popular anda acertado ao afirmar que, com isto, tudo o que devia ser dito foi dito. Quando, depois de inúmeras vicissitudes, macho e fêmea finalmente se reúnem, sua função biológica foi cumprida e o interesse passa à geração vindoura. Mas estou deixando o meu leitor no escuro. Este livro consiste das recordações que tenho de um homem com quem, em épocas muito espaçadas, tive íntimo contato; mas pouco sei do que lhe aconteceu nos intervalos. Creio que, recorrendo à imaginação, eu poderia preencher plausivelmente as lacunas e tornar mais coerente a minha narrativa; mas a tal não me sinto atraído. Quero unicamente relatar fatos de que tenho conhecimento. “

Ver também

O sucesso desse romance foi tão grande que já foram produzidos dois filmes baseado na obra de Maugham, atualmente se cogita o remaker de um deles para uma possível adaptação em 3D. Para que ainda não leu o livros aqui também fica a dica pra filme.

Piratas do Caribe 4

Título original: (Pirates of the Caribbean: On Stranger Tides)
Lançamento: 2011 (EUA)
Direção: Rob Marshall
Atores: Johnny Depp, Penélope Cruz, Geoffrey Rush, Ian McShane
Duração: 137 min
Gênero: Aventura

Sinopse:

O capitão Jack Sparrow (Johnny Depp) vai até Londres para resgatar Gibbs (Kevin McNally), integrante de sua tripulação no Pérola Negra. Lá ele descobre que alguém está usando seu nome para conseguir marujos em uma viagem rumo à Fonte da Juventude. Sparrow investiga e logo percebe que Angélica (Penélope Cruz), um antigo caso que balançou seu coração, é a responsável pela farsa. Ela é filha do lendário pirata Barba Negra (Ian McShane), que está com os dias contados. Desta forma, Angélica quer encontrar a Fonte da Juventude para que seu pai tenha mais alguns anos de vida. No encalço deles está o capitão Barbossa (Geoffrey Rush), que agora trabalha para o império britânico.

Análise Contextual:

O filme dessa vez como alguns personagens com choques de ideias, Jack e Angélica (relação conflitante) Barba Negra (lutas contra uma profecia) Barbossa (vingança). Durante a trama podemos notar o pequeno aventureiro interior de cada personagem, como o tema central desse filme é a Fonte da Juventude ouvimos ao longo da historia citações relacionas a vida, morte, juventude e imortalidade. Alem de podemos analisar também um conflito religioso que acontece entre os personagens, espanhois católicos, um missionário catequista, piratas descrentes e no meio disso tudo o Capitão Jack Sparrow.

 – Jack nossa areia nunca para de escorre.  – Barbossa

 – Se não matar um homem de vez em quando esquecem quem eu sou. – Barba Negra

– Sabe quando e me sinto mais perto do Criador? quando vejo o sofrimento e angustia, é aí que o verdadeiro propósito do mundo é revelando. – Barba Negra

– Seria tolice lutar conta o destino mesmo assim fico tentado a tentar. – Barba Negra

– O destino não é tão importante quando a jornada. – Janck

– Na fé há o bastante pra ver, mas escuridão o bastante pra cegar. – Barba Negra

– É melhor não saber, assim se vive como se cada momento será seu ultimo, cada pedaço do seu ser vive pelo mistério do infinito de tudo. – Jack

Opinião pessoal:
O filme, ao contrario do que disseram alguns críticos esta ótimo. Não deixa a desejar em comédia e aventura, em comparação aos anteriores da série o 4º capitulo da saga do mais maluco, carismático e atrapalhado lobo do mar só não tem um orgasmo cinematográfico como em seu 3º longa, onde o Pérola Negra e o Holandês Voador mergulham em um redemoinho no meio de uma tempestade fazendo cais sobre o outro uma chuva de balas de canhão. No mais vale apenas conferir mais uma aventura do Capitão Jack Sparrow.

I.A. – Fato e Ficção

Numa era digital, em tempos em quem a tecnologia avança se modifica e as maquinas “evoluem”, nos aproximamos cada vez mais de um velho sonho da robótica e da cibernética, I.A. – Inteligência Artificial (sigla originalmente inglesa artificial intelligence, “inteligência artificial” nasceu em 1956 no famoso encontro de Dartmouth. Dentre os presentes a este encontro incluíam-se Allen Newell, Herbert Simon, Marvin Minsky, Oliver Selfridge e John McCarthy, grandes autoridades no assunto na época. Mas se você está se perguntando o que um assunto como esse tem haver com filosofia, continue lendo até o final.

Considerações Iniciais:

Primeiramente vejamos como funciona a “mente” da máquina.

Já perceberam alguma coisa?

Dedução = Ação de deduzir, O que resulta de um raciocínio; conseqüência lógica; ilação, inferência; conclusão.
Pesquisa = Ato ou efeito de pesquisar, Investigação e estudo, minudentes e sistemáticos, com o fim de descobrir ou estabelecer fatos ou princípios relativos a um campo qualquer do conhecimento.
Conhecimento = Ato ou efeito de conhecer, prática da vida, consciência de si mesmo, experiência.

Bem agora vejamos analogamente, o que se propõe é que a máquina, de posse de um BD (Banco de Dados) rico em informação possa interagir com um ser humano ou situação para nosso proveito próprio (só lembrando que um dos grandes avanços da ciência para proveito e beneficio da humanidade, a energia de partículas nucleares, virou uma bomba nada bem intencionada  [:-(   ). Se for isso mesmo essa siga I.A. já é merecedora de uma correção para se adequar ao termo, pois essa “inteligência” seria apenas uma programação bem elaborada de ação e reação pre-progamando para a interação da maquina com o ambiente.

Seria uma partida já perdida?

O que faltaria então para essa “inteligência” ser mais próxima da humana e deixar de ser apenas uma simulação comportamental pré-pragamada? Poderíamos pensar que são os sentimentos mais essa reposta, eu acredito, que seja uma influencia da tonelada de produções cinematográfica que romantizaram o dualismo homens x maquinas, e pensando bem o que afetaria tanto assim uma caixa metálica ter angustias e sentimentos? Eu me arrisco a dizer que o que falta seria algo como criatividade, espontaneidade; sem isso, mesmo um pedido ou uma ordem só resultaria numa resposta contida dentro dos padrões de ação da própria maquina. Por exemplo, o mecanismo lógico humano de conhecimento, mesmo para pessoas não tão instruídas é quase o mesmo:

Observação > Teoria (aqui começa a criatividade) > Dedução > Teste ( se estiver certo, pula-se o próximo passo, se não…) > Hipotesi > Conclusão e Conhcecimento (aparente em quanto não houver novos fatos). A maquina poderia emitir novos conhecimentos espontâneos, sem um livre arbítrio?

Imagine dessa forma, um robô infantil é criado para interagir com uma criança de 10 anos, a criança e o robô jogam de video-game, brincam de esconde-esconde (sorte dela se o robô não tiver visão de raio-x rsrssr), estuda um pouco com seu amigo mecânico e em um dado momento, a criança convida o robô para um campeonato de pedra, papel ou tesoura (fala sério, até eu acho que o robô podia ter coisa melhor pra fazer rsrssrs), o robô claro, começa a interagir e participa da brincadeira, ele acessa seu banco de dados sobre a brincadeira e calcula a próxima ação. Aqui podemos pensar, o robô usando a lógica das probabilidades poderia ganhar 82% das partidas, mas ele seria capaz de sugerir uma nova brincadeira? E se criança incluisi uma nova posição de mão (como na série The Big Bang Theory, pedra-papel-tesoura-lagarto-Spock)?

O duelo do século!

Foi o que aconteceu numa feira de tecnologia e robótica na Suíça, o resultado é que a maquina não conseguiu interagir com as novas informações que não estava em seu banco de dados nem faziam parte do seu protocolo de ações, a maquina começou a reiniciar para acrescentar a nova informação, resultado a interação do braço mecânico que custou quase 12.000 euros se limitou a acenar depois duma pani!

O que é Fato:

Os circuitos integrados de programação em nossos celulares, computadores e carros. As grandes soldas mecânicas controladas por computador em fabricas de carros, as ações e reações em jogos virtuais não controlados, isso sim é “real” interação condicionada sem liberdade programada para executar um trabalho. Alguns livros e ensaios sobre o tema por especialistas em robótica.

Na Ficção:

Temos uma longa lista de filmes, livros, quadrinhos e até musicas que se relacionam com o tema, nas telonas os mais recentes são AI – Inteligencia Artificial e meu favorito Eu, Robô (que é baseado em um livro). Aqui vai um lista de livros e filmes:

Alguns famosos de metal

  • Os carros de todos os filmes e seriados: Knight Rider [A Supermáquina (1982) / A Nova Supermáquina (2007)]
  • Tranformers e trilogia (sou fã dos personagens, mas adaptação dos quadrinhos para as telas deixou muito a desejar
  • Wall-E (um dos mais recentes, um ótimo filme para todas as idades, um pequeno robozinho começo a apresentar um falha, esta demonstando emoções).
  • Robôs do filme Bicentennial Man (O Homem Bicentenário, um ótimo filme para a questão existencialista e angustias humanas, com Robin Willians).
  • O filme e o livro I, Robot (Eu, Robô. Com a participação de Will Smith, a temática mostra a desconfiança entre homem e maquina).
  • O ciborgue do filme RoboCop (RoboCop, o policial do futuro. Um clássico, adoro a trilha sonora, meu favorito é o 3, quando tentam criar um novo ciborgue para substituir Murph).
  • HAL 9000 em 2001: Uma Odisséia no Espaço (outra produção com ótima trilha sonora).
  • HARLIE em When H.A.R.L.I.E. was One (Quando H.A.R.L.I.E. era Um), por David Gerrold.
  • A.I.: Artificial Intelligence (A.I. – Inteligência Artificial, uma versão tecnológica de Pinóquio, é interessante mais o final não me agradou muito, a temática é quase a mesma de O Homem Bicentenário).
  • A Inteligência Artificial—principalmente suas implicações filosóficas e seu impacto em ciências humanas — é um tema central no romance Campus de David Lodge Thinks … (2001).
  • Rosie e outros robôs em Os Jetsons.
  • Mike em The Moon is a Harsh Mistress de Robert A. Heinlein.
  • Neuromancer.
  • Vários romances de Isaac Asimov e as Três Leis da Robótica ( que como podemos ver nos filmes O Homem Bicentenário e Eu, Robô deixa espaço para uma interpretação das próprias leis)
  • Ghost in the Shell.
  • The Matrix e suas continuações ( minha sugestão é que alem da trilogia, assistam Animatrix, que é uma série de 9 episodiso que conta como tudo começou entre homens e maquinas, vale a pena conferir).
  • A série The Terminator (o 2 e o 3 foram na minha opinião os melhores, pois mostrava uma interação das realidades mais próximas que no 1 e no 4).
  • Vários “personagens” de Star Trek, como Data (Data é um exemplo interessante, tem tanta liberdade e sofisticação que pode se desligar das emoções quando bem entender para não interferir em seus julgamentos).
  • Pensador Profundo em O Guia do Mochileiro das Galáxias de Douglas Adams.
  • The Bomb in Dark Star (1974, by John Carpenter)
  • Harry Harrison / Marvin Minsky: The Turing Option (romance, muito bom o livro, só é um pouco difícil de conseguir, mas em alguns cebos ainda é possível acha-lo).
  • The Mind’s I editado por Daniel C. Dennett e Douglas Hofstadter
  • Personoids, romances e livros de Stanislaw Lem
  • Arthur, da série de vídeo game The Journeyman Project
  • WarGames (Jogos de Guerra)
  • O 13o andar (Filme)
  • R2-D2, C-3PO e todos os outros robôs de Star Wars (uma caricatura mecânica de o Gordo e o Magro, o tom cômico da série de ficção mais famosa de todos os tempos)

Um Pouco de Humor:

Quem não tem uns probleminhas com o PC de vez em quando?

Instigação:

Claro que lemos ou assistimos sobre esse tema com interesse ou fascinação. E as vezes nos perguntamos “Imagina aí se fosse verdade?”. Certas perguntas podem nos levar à uma problematização curiosa, como por exemplo: Quando se pensa nas Três Leis da Robótica de Isaac Asimov

(1. Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal;
2. Um robô deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens contrariem a Primeira Lei;
3. Um robô deve proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira ou a Segunda Lei)
Não possibilitam uma interpretação ambígua para a I.A.? Ou ainda, a máquina mesmo dotada de uma certa “inteligência” pode distinguir o bem do mal?

VÍDEOS: Selecionei aqui um vídeos feito na feira de engenharia robótica de Pequim.

Cine PSOL #2

O Cine PSOl realizará mais uma sessão pública de exibição e debate. Desta vez com o filme A Revolução Dos Bichos. O local será na praça da prefeitura de Bela Cruz, às 18hs de Domingo (17/07/2011).

Baseado na obra Animal Farm de George Orwell.

ENREDO DO FILME:
Sentindo chegar sua hora, Major, um velho porco, reúne os animais da fazenda para compartilhar de um sonho: serem governados por eles próprios, os animais, sem a submissão e exploração do homem. Ensinou-lhes uma antiga canção, Animais da Inglaterra (Beasts of England), que resume a filosofia do Animalismo, exaltando a igualdade entre eles e os tempos prósperos que estavam por vir, deixando os demais animais extasiados com as possibilidades.
A Obra:
O filme é uma clara sátira à vários contexto sociais da época, sobre tudo na Europa. A trama é baseada no livro de mesmo nome, Animal Farm (A Revolução dos Bichos (título no Brasil) ou O Porco Triunfante/​O Triunfo dos Porcos/​A Quinta dos Ani­mais (título em Portugal)) é um romance alegórico do escritor inglês George Orwell, apontado pela revista americana Time entre os cem melhores da língua inglesa. A sátira feita pelo livro à União Soviética comunista obteve o 31º lugar na lista dos melhores romances do século XX organizada pela Modern Library List.

O livro narra uma história de corrupção e traição e recorre a figuras de animais para retratar as fraquezas humanas e demolir o “paraíso comunista” proposto pela Rússia na época de Stalin. A revolta dos animais da Manor Farm contra os humanos é liderada pelos porcos Snowball (Bola-de-Neve) e Napoleon (Napoleão). Os animais tentam criar uma sociedade utópica, porém Napoleon é seduzido pelo poder, afasta Snowball e estabelece uma ditadura tão corrupta quanto a sociedade de humanos.

Para o autor, um social-democratae membro do Partido Trabalhista Independente por muitos anos, a obra é uma sátira à política stalinista que, segundo sua ótica, teria traído os princípios da revolução russa de 1917.

NOTA: Novamente, como no post anterior sobre o Cine PSOL, quero deixar claro quê o que estou postando aqui é a ideia! Não estou interessado em engrandecer nenhum partido, religião ou time. Não gosto de me repetir, mas tomando uso das palavras que disse quando compareci ao mesmo evento com a exibição do filme A Fuga das Galinhas:

“Não sou membro do partido, mas gostaria de parabenizá-los pela iniciativa de instigar as pessoas comuns a debates. Fico muito feliz em ver uma ideia que use a Ágora para a reflexão de problemas, mais uma vez parabéns a todos do partido, é uma pena que não possa ter havido o debate, mas podem contar com minha presença na próxima sessão. Valeu Markinhus pelo convite, ‘brigado aí!”

Sugestão #6

Comercial Johnnie Walker.

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