Academiæ

"Me disseram que pensar era ingênuo, e daí? Nossa geração não quer pensar. Pois que pense, a que há de vir."

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Eu tenho medo de Górki & outros contos – Ângela Calou

Esse livro é esplêndido, sobre todos os sentidos, tanto no conteúdo quanto na fineza de seu acabamento.

 

  • Editora: LCR
  • Autor: ÂNGELA CALOU
  • ISBN: 9788579150562
  • Origem: Nacional
  • Ano: 2011
  • Edição: 1
  • Número de páginas: 98
  • Acabamento: Brochura
  • Formato: Bolso
  • Código de Barras: 9788579150562

SINOPSE: Ângela Calou já encontrou seu estilo, neste livro de estreia. Aqui, lemos sobre descobertas e assombros, com protagonistas perseguidos por pesadelos ou intuições. Em muitas histórias, há uma atmosfera fantasmática. É o caso de “Alameda do Castelo nº 1824”, “Eu tenho medo de Górki”, “A Fuga”. Em outros textos, abre-se espaço para “aquela náusea alegre que se quis chamar amor”: são narrativasmais voltadas para prosas e poéticos encontros, sempre ligados a algum tipo de metamorfose, sutil, visceral e devastadora.

É um desafio prazeroso se aventurar a ler “Eu tenho medo de Górki & outros contos” de Ângela Calou. Desafio sim, pois sua linguagem é afiadíssima, seus contos transbordam de uma profundidade existencial que afoga seu leitor entre suas páginas, cada conto é de uma originalidade assustadora e envolvente que obriga o leitor a continuar seu percurso sendo alvo de ferroada de reflexão, impossível terminar um conto sem pensar ou intuir algo sobre ele, e aí vem o prazer, esse jogo de provocações causa ao mesmo tempo a ansiedade de continuar a leitura de imediato a qualquer conclusão que o leitor chegue. Comumente se acha que algo original é aquilo que não trás traços ou vestígios alheios, bem eu vou mais além, conceituo que original também é aquilo que não se pode copiar. Bem, Ângela Calou é isso, ORIGINAL! São 98 páginas de uma visão do mundo conceitualizada por uma mente brilhante, personagens que se recusam a abandonar a mente do leitor ao final de cada conto. Dou especial atenção para a Met(amor)fose e conto que dá nome ao livro, mas afinal de contas, eu agora também tenho medo de Górki.

Obra e autora.

O livro contem 23 contos:
Antonie voltou a pé
A teia e a aranha, mosca distraída fui
Joana em dia de seu avesso
Claus foi embora
Naquele tempo, naquele lugar
Sobre a medida de desordem de um sistema ter(a)mo(r)dinâmico
Met(amor)fose
Eu tenho medo de Górki
Capricho 43
Quase uma fantasia
Há coisas que devem morrer
Do oco no meio das falas e coisas
O que nunca se soube sobre o velho do saco
Da anatomia de um engano
A fuga
Onde o pedaço de branco-e-preto?
Da maternidade
Sobreaviso para Alice em seu país
Feliz data
Marca d’água
Alameda do Castelo nº 1824
Leve-me! – foi o que lhi pedi

Vou deixar aqui alguns “petisco” do livro para que vocês possam “degustar” essa magnífica obra.

Estou ansioso pelo próximo "filho" dessa escritora.

“A morte era um rato metafórico, roedor espectral que rondava agora a minha carne, pois é sabido que, aquele escapa a uma emboscada, segue tentando a reproduzi-la na condição invertida de arguto algoz.” pág. 20

“Aprendi com Carlile a dar quase nada de mim às pessoas, a enfear meus olhos ao olhá-las, pois tudo que me diziam era engano areento que o vento levava, como a areia que fica nos pés quando se caminha na praia.” pág. 25

“Na segunda primavera sem flores, ela apostava corrida com os passarinhos, alimentava um gato invisível e, simpática que era, já possuía a conta de três amigos imaginários.” pág. 28

“(…) arriscarei um pensamento. E pensar que nunca pensei em pensar!” pág. 46

“Tens o tempo pendurado em teu braço direito, uma vez que o esquerdo, próximo do teu coração, jamais suportaria o peso melancólico dos ponteiros de Saturno, que na ausência de chiclete de menta, masca os filhos para variar o gosto na boca.” pág. 63
Minha homenagem a tão extraordinária escritora.

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Parabéns Ângela Calou pela obra, está incrível. Continue assim minha cara, não pare jamais.

OBS: Gorki, seria na verdade Máximo Gorki (Максим Горький), pseudônimo de Aleksei Maksimovich Peshkov (em russo, Алексей Максимович Пешков) (Nijni Nóvgorod,28 de março de 1868Moscovo, 18 de junho de 1936), foi um famoso escritor, romancista, dramaturgo, contista e ativista político russo. Gorki foi escritor de escola naturalista que formou uma espécie de ponte entre as gerações de Tchekhov e Tolstoi, e a nova geração de escritores soviéticos.

"O mundo está para a alma como o banho de vapor para o corpo. É muito saudável..." - Máximo Górki.

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O Sentido da Vida – Bradley Trevor Greive

Uma obra de Bradley Trevor Greive (já li e recomendo).

 

  • Editora: Sextante
  • Autor: BRADLEY TREVOR GREIVE
  • ISBN: 8575422359
  • Origem: Nacional
  • Ano: 2006
  • Edição: 1
  • Número de páginas: 132
  • Acabamento: Brochura
  • Formato: Bolso
  • Código de Barras: 9788575422359

Qual o sentido da vida?

Ao longo da história grandes filósofos e pensadores quebraram a cabeça a procura de uma resposta.
Com divertidas imagens e com um texto afiadíssimo, Bradley Trevor Greive dá sua contribuição inteligente e bem-humorada a um dos maiores debates da humanidade.

SOBRE AS MINHAS LENTES:

Uma obra de arte  é minha opinião d’O Sentido da Vida, uma obra de Bradley Trevor Greive é um livro extraordinário, o autor teve muita criatividade no uso das imagens, esse é o tipo de livro que depois de ler você fica pensando sobre ele por horas e horas. A leitura do livro não leva mais do que uma hora e meia, mais é muito difícil resistir a instigante provocação de suas imagem e palavras, o que deixa a leitura mais lenta e prazerosa. O livro não é uma narrativa comum, não chega a ser um livro de autoajuda, mas uma máquina de interrogações. É o tipo de livro pra todas as horas, o qual também se pode indicar para qualquer tipo de pessoa. Li, lerei novamente e recomendo à todos. Boa leitura!

Mafalda Para Pensar

E você! Você sabe se realmente sabe o que acha que sabe?

Mafalda é uma tira escrita e desenhada pelo cartunista argentino Quino. É uma das maiores e mais inteligentes histórias em quadrinhos, apresentando uma menina, Mafalda; que está preocupada com a Humanidade e a paz mundial que se rebela com o estado atual do mundo, apareceram de 1964 a 1973, usufruindo de uma altíssima popularidade na América Latina e Europa.

As tirinhas são carregadas de críticas e reflexões sobre alguns problemas sociais e do individuo humano como um causador de seus próprios problemas, angustias e infortúnios. Mafalda além de muito esperta, tem pensamento rápido e uma visão critica sobre as coisas, mora na Argentina, odeio sopas, e é muito preocupada com a política.

Triste é saber que é verdade. O descaso com a boa cultura é uma desgraça.

No total são 14 livros de histórias em quadrinhos da personagem:  Mafalda (Uma coleção de 10 livros), 10 Anos com Mafalda, Mafalda Inédita, Toda Mafalda, El Mundo de Mafalda (É claro vale lembrar que infelizmente nem todos os livros são em português, alguns só encontramos em espanhol ou alemão).

MINHA OPNIÃO

Recomendo para que possa adquirir, a leitura do livro Toda Mafalda, nele contém da primeira a última tirinha da pequena argentina.

Da primeira à última. (Eu já li e recomendo, vale muito conferir).

Elementar meu caro…

Qual deles você acha mais "fotogênico" com o Sherlock dos livros?

Quem nunca ouviu essa frase? Quem não conhece o  mais famoso detective da literatura? O cara que fuma cachimbo, toca violino quando está solitário em seu apartamento na 221B Baker Street ? 47.700.000, esse é o resultado aproximado de uma busca no Google se você digita Sherlock Holmes.

O personagem que atingiu tamanho reconhecimento que acabou por “engolir” seu criador, quando se fala de Conan Doyle e Sherlock Holmes quase sempre se ouve falar em Sherlock Holmes como “O Personagem criado por Conan Doyle” e não se ouve falar em Conan Doyle como “O Homem que criou Sherlock Holmes”.

Sherlocke Holmes é uma das séries mais publicadas da história.

Sherlock Holmes é um personagem de ficção da literatura britânica criado pelo médico e escritor Sir Arthur Conan Doyle. Sherlock é um investigador do final do século XIX e início do século XX que aparece pela primeira vez no romance A Study in Scarlet (Um estudo em Vermelho) editado e publicado originalmente pela revista Beeton’s Christmas Annual, em Novembro de 1887. Investigador ficou famoso por utilizar, na resolução dos seus mistérios, o método científico e a lógica dedutiva. O que por incrível que parece era muitas vezes subestimado pela policia londrina e alguns personagem chegaram a se perguntar se Sherlock era menos um ser humano!

Podemos dizer que esses são os casos de terror dentro da série de Conan Doyle.

A série investigativA de Conan Doyle saiu dos livros e se materializou. Não precisa viver na Inglaterra para conhecer o lar de Sherlock Holmes, o 221B Baker Street é um dos endereços mais famosos de Londres e abriga hoje um museu com o nome do personagem, as histórias do detective se passam entre vários cartões postais da capital inglesa. Muito embora o personagem tenha longas estadias em outro lugares, um dos locais mais visitados por Sherlock Holmes, entre um caso e outro, é a Charing Cross Station, quando a investigação era em Londres, Holmes não deixava de passar pela Fleet Street, pela Oxford Street, pela Strand, no Pall Mall, e na Tottenham Court Road, endereços recorrentes dos contos do personagem.

A clássica imagem do detective usando boné inglês com um cachimbo na mão.

A série de aventuras do “Consultor ivestigativo” (como ele costumava se referir) conta com mais ou menos 60 romances de autoria de Arthur Conan Doyle, sendo eles, cerca de 56 contos, e 4 romances, onde Sherlock Holmes na companhia de seu fiel escudeiro e colega de quarto Dr. Watson, resolvia casos insolúveis até mesmo para a Scotland Yard. O personagem habita o imaginário de jovens e adultos desde que foi publicado há mais de 150 anos.

Entre 1911 a 1913, Doyle se cansou da fama do detetive,esse período é conhecido pelos sherlockianos como The Great Hiatus (O Grande Hiato).

Holmes costuma ser uma pessoa arrogante, que está correta sobre inúmeros assuntos e com palpites certeiros e até assombrosos. Além do aspecto erudito e apreciador dos bons hábitos ingleses, não demonstra muitos traços de sentimentalismo, preferindo o lado racional de ser. É também um personagem orgulhoso, parece dominar vários assuntos sem o próprio autor descrever seus estudos. Holmes apresenta alguns hábitos peculiares como a prática de artes marciais, esgrima de armas brancas, bastão e bengala. Além disso, diz-se que é um exímio violinista.

Holmes, tem como personalidade forte não gostar que o interrompam em suas reflexões, gosta que o deixem pensar sem que o interrompam a toda hora. Não se vê Holmes estudando sobre tudo, mas domina misteriosamente e incrivelmente uma vasta quantidade de assuntos do conhecimento humano, tais como Política, Química, Geologia, Línguas, Anatomia, Literatura Sensacionalista, etc. Holmes demonstra, ao longo das suas investigações, uma capacidade de dedução e um senso de observação extraordinários, ajudados por uma cultura geral extensa e variada (ex: é capaz de identificar a marca de um tabaco somente pelo seu cheiro e pela cor de suas cinzas). Quando envolvido com algum problema, pode passar noites sem dormir ou comer, o que inquieta o amigo Watson. Mestre na arte do disfarce, com um pouco de pó-de-arroz  e alguns tufos de cabelos auxiliado por seu talento teatral conseguiria enganar a própria mãe!

Sir Arthur Conan Doyle (1859-1930), médico e escritor.

Outra de suas marcas registradas, a frase: “Elementar, meu caro Watson”, foi criada no teatro, com muitas outras particularidades, como o cachimbo curvo do detective. Muito embora alguns aleguem que se trate de uma das primeiras falas do personagem em seu romance de estreia Um Estudo em Vermelho (1887), ela não se encontra no original nem em outras traduções do texto. No resto de toda a obra, a frase não torna a acontecer, aí sim tendo sido popularizada pelas adaptações das aventuras no cinema, tv e rádio. Outro fato curioso também é que Sherlock jamais atirou em alguém, carregava uma arma pequena, curta, jeitosa e muito útil, a usava como um suporte para intimidar ou deter alguém, sempre que precisou atirar acegurava-se de não matar ninguém pois uma das cobranças que fazia a si mesmo era a de garantir prender o culpado e entrega-lo para ser julgado. Um cadáver para Sherlock seria considerado um trabalho incompleto.

Família

Segundo alguns indícios (literários), Holmes nasceu em 6 de Janeiro de 1854 , filho de um agricultor e de uma mãe de origem francesa, considerando que sua avó era filha do pintor Horace Vernet. Tinha um irmão mais velho, Mycroft Holmes, trabalha para o Serviço Secreto Britânico. Mycroft passa a maior parte do seu tempo livre no Diogenes Club. Segundo Holmes, seu irmão Mycroft não somente é mais brilhante do que ele próprio, como também possui um senso de observação e de dedução muitas vezes superior, embora seja considerado “muito preguiçoso” para ir aos locais das investigações para analisa-las quando faltam informações. Em um de seus casos, intitulado por Watson de  “O Intérprete Grego”, o colega de quarto descreve um encontro entre os irmãos, onde os dois se encontram no Diogenes Club (que é um espaço para a elite intelectual, politica e rica de Londres se encontrarem ou fugirem um pouco da rotina), cujo Microft é um dos fundadores. Os dois mantêm um diálogo recheado de deduções sobre um transeunte que deixam Watson completamente perdido com a lógicas dos dois.

Os Livros (ordem cronológica)

Romances e Contos

*O período de 1911 a 1913, Doyle se cansou do sucesso de seu detective e resolveu parar de escrever sobre ele, essa pausa é conhecido pelos sherlockianos como The Great Hiatus (O Grande Hiato de Doyle).

Sherlock, o Original e os Derivados

Eleito pela crítica como o mais fiel (interpretação/roteiro) Sherlock Holmes.

Depois de observar qualquer estranho, o Dr. Joseph Bell (18371911), um cirurgião de Edimburgo, era capaz de deduzir muito de sua vida e de seus costumes. Isso impressionou um de seus alunos, Arthur Conan Doyle, que admitiu ter usado e ampliado seus métodos quando concebeu o detective Sherlock Holmes. Bell inspirou não somente a criação da personalidade de Holmes, mas também o porte físico do detective. Em um texto publicado no periódico The National Weekly em 1923, Doyle conta como foram seus anos na faculdade de medicina, quando iniciou o processo de criação de seu personagem mais famoso (Doyle também é o responsável pela série O Mundo Perdido). Neste, o aluno descreve seu notável professor Bell:

“Era magro, vigoroso, com rosto agudo, nariz aquilino, olhos cinzentos penetrantes, ombros retos e um jeito sacudido de andar. A voz era esganiçada. Era um cirurgião muito capaz, mas seu ponto forte era a diagnose, não só de doenças, mas de ocupações e caráteres.”

Doyle teria se baseado também na filosofia metodológica de Bell, que dizia:

“A maioria das pessoas vêem, mas não sabem observar”, dizia o dr. Bell aos seus alunos. “Olhando de relance um indivíduo, a gente pode identificar-lhe o país de origem por suas feições; pelas mãos, a profissão e os meios de vida; e o resto da sua história é revelado pelo modo de andar, os maneirismos, os berloques do relógio, e até os fiapos que aderem às suas roupas.”

Exemplo de personagem influenciado pelo personagem de Doyle, na televisão, é o detetive Adrian Monk, da série homônima, que tem um senso de observação e dedução do mesmo nível de Sherlock, mas destaca-se pelo seu transtorno obsessivo-compulsivo (que, por sinal, são parte de seu sucesso como detective). Outro personagem inspirado em Sherlock é Gregory House, da série de TV norte-americana House M.D., chefe do departamento de diagnósticos que utiliza lógica dedutiva para desvendar as mentiras de seus pacientes; House está sempre dizendo: “Todo mundo mente”. As similitudes entre Holmes e House são muitas: o homem que atirou em House se chama Moriarty, maior inimigo de Holmes, House também é viciado, também tem gosto pela música e mora no número 221. (Você nunca tinha reparado nisso não é mesmo?! ^^)

Gregory House, cognome Sarcasmo.

Nos desenhos, a Disney criou o personagem Sir Lock Holmes, visivelmente inspirado em Sherlock pois, além do nome parecido, possui o mesmo porte físico, está sempre com o cachimbo e gosta de tocar violino. Diferente de Sherlock, porém, é totalmente desafinado no violino e erra todas as deduções (estando mais para Inspetor Clouseau rsrsrsrsrs). Outro personagem da Disney com nome e características parecidas é Berloque Gomes, porém este não é um personagem cômico, e sim um detective que auxilia Mickey (o personagem mais sem graça de Walt) em algumas investigações (pois é quem não tem criatividade pra criar algo original vive de cópias mesmo).

 

Filmes e séries: os mais famosos são esses Sherlock Holmes (1922), The Private Life of Sherlock Holmes (1970), Young Sherlock Holmes (1985), Sherlock Holmes (2009), Sherlock (2010)(essa é uma recente série britânica, leia mais sobre ela logo abaixo), Sherlock Holmes: A Game of Shadows (2012). Para os fãs de desenhos, a melhor adaptação animada de Sherlock pode ser conferida no desenho Sherlock Holmes no Século XXII, recomendo, a trama é muito boa.

A trama futurista foi uma boa adaptação, recomendo.

Sherlock é a mais nova adaptação do personagem feita pela televisão britânica, a série que apresenta uma versão contemporânea de Sir Arthur Conan Doyle ‘s Sherlock Holmes histórias de detective. Ela foi criada por Steven Moffat e Mark Gatiss , e as estrelas Benedict Cumberbatch como Sherlock Holmes e Martin Freeman como doutor John Watson . Depois de um piloto unbroadcast em 2009, a primeira série de três episódios de 90 minutos foi transmitido na BBC One e BBC HDem julho e agosto de 2010. Uma segunda série de três episódios estreou na BBC One em 1 de Janeiro de 2012. A terceira série já foi encomendado. (Yahooooo!)

Destaque para a trilha sonora e a excelente adaptação da trama. Recomendo.

Hartswood Films produziu a série para a BBC , e co-produzido com WGBH Boston para sua Masterpiece série de antologias . As filmagens tiveram lugar em vários locais, incluindo Londres e Cardiff .

Recepção crítica foi muito positiva, a primeira série ganhou o 2011 BAFTA Television Award para Melhor Série de Drama. A primeira série, juntamente com o piloto unaired e comentários em áudio, foi lançado em DVD e Blu-ray Disc em 30 de agosto de 2010. A segunda série, também com comentários, é para ser lançado em DVD região 2 em 23 de Janeiro de 2012.

Curiosidade:

Apesar do grande sucesso de sua obra, Conan Doyle não gostava de escrever histórias para Sherlock Holmes pois considerava o romance policial literatura de segunda classe e, na verdade, esse tipo de história só passou a ser respeitado após o sucesso de seu personagem. Conan Doyle preferia escrever o que considerava literatura de qualidade, o único livro medianamente famoso é O Mundo Perdido. Em uma certa ocasião o Dr. Watson chega a dizer: “A obra é tudo, o autor não é nada.” Por esse e outros motivos muitos leitores verem Watson como um Doyle mascarado.

SOBRE AS MINHAS LENTES:

Primeiro uma dica, se for ler ou comprar algum livro da série, indico a editora Melhoramentos, pois ele tem uma das mais conceituadas traduções de Sherlock Holmes no Brasil. Algumas outras boas editoras como a Martin Claret, que oferecem os livros a baixo preço (R$ 9,00 à R$ 14,00) não tem uma boa tradução, sendo os textos muito resumidos e algumas poucas passagens equivocadas.

O personagem é fantástico embora algumas pessoas o achem preconceituoso (deve-se ter em mente que Sherlock está inserido em um contexto bem diferente da nossa realidade), muito cativante e a trama é envolvente, deixa o leitor com expectativa criando suas próprias teorias para a solução dos casos. É uma ótima opção de leitura, recomendo a todos!

Sobre as novas adaptações, particularmente não gostei tanto do filme lançado em 2009, o Junior é um boa ator, mas a fisionomia de  Sherlock e Watson ficaram conflitantes, a fisionomia de Law é perfeita para interpretar o personagem, mas eles não deixariam o ator mais caro com o papel secundário não é? ^^. Mesmo assim é muito divertido ver uma nova versão de Sherlock ganhando as telas.

De toda forma podemos notar que os “novos” Sherlocks são mais divertidos e engraçados, com um humor menos seco e podemos dizer que estão mais moderninhos. Como fã da série o do personagem, eu diria que o melhor romance sherlockiano é O Cão dos Baskervilles, e melhor conto na minha escolha é o caso d’O Ritual de Musgrave.

Como um homem cético pode vencer algo sobrenatural?

Luz, câmera, adaptação!

Nas palavras deles.

Das páginas para a telona.

Não é de hoje que aclamados best-selles estão são “convertidos” para o cinema. Mas essa receita presta? A primeira década do século XXI foi recorde de adaptações e readaptações (remakers), citando apenas alguns claramente conhecidos O Senhor dos Anéis de professor de Oxford J. R. R. Tolkein, a séria de infanto-juvenil Harry Potter de J. K. Rowling que apaixonou até os adultos, Caçador de Pipas um romance do escritor afegão-americano Khaled Hosseini, o único Nobel da língua portuguesa Ensaio Sobre a Cegueira de José Saramago, a séria (melosa) de Stephenie Meyer que foi abertamente criticada pelo famoso escritor Stephen King que também já teve muitos de seu livros levados pro cinema.

Meu filho ganhará mais livros que bonecos dos Power Ranger.

Mas não são apenas os livros que estão na mira dos roteirista e produtores, desde a greve dos roteiristas em 2003 que os fãs dos quadrinhos vêem com expectativa cada anuncio de adaptação feito pelos hollywoodianos. Listando só pra começar o imortal Alan Moore teve muitas de suas obras levadas pro cinema, e foi contra cada adaptação de cada uma delas, chegando a exigir que seu nome não constasse em nos créditos, só listando Do Inferno, A Liga Extraordinária, Constantino, V de Vingança e Watchmen (os narizes empinados que acham que quadrinhos não é leitura aqui vai uma curiosidade, Watchmen já recebeu o Prémio Hugo de Literatura e é a única HQ a figurar na lista dos 100 Melhores Romances do Século XX da respeitada revista Time). Nem preciso citar os sempre produzidos Robin Hood, Batman e Superman né?!

Leia as críticas, saiba como são diferentes.

Eu (como a grande maioria) não fico satisfeito quando assisto um filme adaptado de um livro, jogo ou de uma HQ, sendo mais criterioso os únicos que não me desapontaram foram 300, O Senhor dos Anéis, Ensaio Sobre a Cegueira e V de Vingança, e o pior fracasso posso dizer sem dúvida que foi adaptação de Homem-Aranha (sobre tudo o 3º filme da sequência) de Stan Lee. Claro que eu não espero que façam com todos as adaptações o que fizeram com a obra de Saramago que está fidelíssima ao livro, o próprio Saramago só se queixou do tamanho do cachorro usado no filme. Lógico que quando um cineasta ou roteirista pensa numa adaptação ele visualiza logo um cheque pomposo e um bonequinho dourado na estante, e deixa “alguns” detalhes de lado. Por esses e outros motivos muitos fãs, seja de livros, quadrinhos ou jogos ficam com receio e até evitam conferir as adaptações cinematográficas de suas historias prediletas ou herois favoritos.

Um mestre dos romances.

O que vem por aí.

Eu já assisti a versão em desenho e estava fiel, recomendo.

A adaptação mais esperada para esse ano está sendo apontada como O Hobbit, outro famoso livro de J. R. R. Tolkien. O projeto esta sobre a mesma tutela dos responsáveis pelo O Senhor dos Anéis (a trilogia ganhou 17 Oscas ao todo!) e já foi revelado que o filmes será dividido em duas partes intitulados Uma Viagem Inesperada e a segunda parte Lá e de Volta Outra Vez (nome original dado por Bilbo, personagem de Tolkein às suas andanças). O Hobbit conta os fatos acontecidos na jornada em que Bilbo encontra o Anél Mágico, o Um. Os fãs ficam se perguntando quando é que sairão os filmes do Silmarillion, que conta a história da criação do mundo fantástico criado por Tolkien e narra, por alto, boa parte da sua mitologia. A resposta é: nunca. Os direitos d’O Silmarillion pertencem à Tolkien Estate, empresa que gerencia os direitos autorais de todas as obras do linguista de Oxford e que é presidida por seu filho, Christopher Tolkien, que não simpatiza com a ideia de adaptar O Silmarillion ou Os Contos Inacabados, obras mais complexas da bibliografia de Tolkien. A única esperança dos cinéfilos tolkienianos é que algum diretor se anime a produzir os complexos filmes quando a obra do escritor cair no domínio público, mas eles terão que esperar até 2043, quando completam setenta anos da morte do autor. :’-(

Professor de línguas, escritor e poeta.

O Senhor dos Anéis, obra máxima de J. R. R. Tolkien, foi adaptada para os cinemas por Peter Jackson e teve uma das maiores bilheterias de todos os tempos. O Hobbit, outro livro do autor inglês sobre o mundo de Arda, está para sair em 2011. E os fãs ficam se perguntando quando é que sairão os filmes do Silmarillion, que conta a história da criação do mundo fantástico criado por Tolkien e narra, por alto, boa parte da sua mitologia. A resposta é: nunca. Os direitos d’O Silmarillion pertencem à Tolkien Estate, empresa que gerencia os direitos autorais de todas as obras do linguista de Oxford e que é presidida por seu filho, Christopher Tolkien, que não simpatiza com a ideia de adaptar O Silmarillion ou Os Contos Inacabados, obras mais complexas da bibliografia de Tolkien. A única esperança dos cinéfilos tolkienmaníacos é que algum diretor se anime a produzir os complexos filmes quando a obra do escritor cair no domínio público, mas eles terão que esperar até 2043, quando completam setenta anos da morte do autor.

Namore Quem Lê

Namore Um Garoto Que Lê 

Namore um cara que se orgulha da biblioteca que tem, ao invés do carro, das roupas ou do penteado. Ele também tem essas coisas, mas sabe que não é isso que vai torná-lo interessante aos seus olhos. Namore um cara que tenha uma pilha de três ou quatro livros na cabeceira e que lembre do nome da professora que o ensinou as primeiras letras.


Encontre um cara que lê. Não é difícil descobrir: ele é aquele que tem a fala mansa e os olhos inquietos. Ele é aquele que pede, toda vez que vocês saem para passear, para entrar rapidinho na livraria, só para olhar um pouco. Sabe aquele que às vezes fica calado porque sabe que as palavras são importantes demais para serem desperdiçadas? Esse é o que lê.
Ele é o cara que não tem medo de se sentar sozinho num café, num bar, num restaurante. Mas, se você olhar bem, ele não está sozinho: tem sempre um livro por perto, nem que seja só no pensamento. O rosto pode ser sério, mas ele não morde, não. Sente-se na mesa ao lado, estique o olho para enxergar a capa, sorria de leve. É bem fácil saber sobre o quê conversar.

Diga algo sobre o Nobel do Vargas Llosa. Fale sobre as novas traduções que andam saindo por aí. Cuidado: certos best-sellers são assunto proibido. Peça uma dica. Pergunte o que ele está lendo – e tenha paciência para escutar, a resposta nunca é assim tão fácil.
Um namorado que lê gosta de muita coisa, mas, na dúvida, é fácil presenteá-lo: livro no aniversário, livro no Natal, livro na Páscoa. E livro no Dia das Crianças, por que não? Um cara que lê nunca abandonará uma pontinha de vontade de ser Mogli, o menino lobo.
E você também ganhará um ou outro livro de presente. No seu aniversário ou no Dia dos Namorados ou numa terça-feira qualquer. E já fique sabendo que o mais importante não é bem o livro, mas o que ele quis dizer quando escolheu justo esse. Um cara que lê não dá um livro por acaso. E escreve dedicatórias, sempre.

Entenda que ele precisa de um tempo sozinho, mas não é porque quer fugir de você. Invariavelmente, ele vai voltar – com o coração aquecido – para o seu lado.

Demonstre seu amor em palavras, palavras escritas, falas pausadas, discursos inflamados. Ou em silêncios cheios de significados; nem todo silêncio é vazio.
Ele vai se dedicar a transformar sua vida numa história. Deixará post-its com trechos de Tagore no espelho, mandará parágrafos de Saint-Exupéry por SMS. Você poderá, se chegar de mansinho, ouví-lo lendo Neruda baixinho no quarto ao lado. Quem sabe ele recite alguma coisa, meio envergonhado, nos dias especiais. Um cara que lê vai contar aos seus filhos a História Sem Fim e esconder a mão na manga do pijama para imitar o Capitão Gancho.

Namore um cara que lê porque você merece. Merece um cara que coloque na sua vida aquela beleza singela dos grandes poemas. Se quiser uma companhia superficial, uma coisinha só para quebrar o galho por enquanto, então talvez ele não seja o melhor. Mas se quiser aquela parte do “e eles viveram felizes para sempre”, namore um cara que lê.
OBS: Só lembrando meninas, revistas e historias em quadrinho também é leitura ^^.

Namore Uma Garota Que Lê 

Namore uma garota que gasta seu dinheiro em livros, em vez de roupas. Ela também tem problemas com o espaço do armário, mas é só porque tem livros demais. Namore uma garota que tem uma lista de livros que quer ler e que possui seu cartão de biblioteca desde os doze anos.

Encontre uma garota que lê. Você sabe que ela lê porque ela sempre vai ter um livro não lido na bolsa. Ela é aquela que olha amorosamente para as prateleiras da livraria, a única que surta (ainda que em silêncio) quando encontra o livro que quer. Você está vendo uma garota estranha cheirar as páginas de um livro antigo em um sebo? Essa é a leitora. Nunca resiste a cheirar as páginas, especialmente quando ficaram amarelas.

Ela é a garota que lê enquanto espera em um Café na rua. Se você espiar sua xícara, verá que a espuma do leite ainda flutua por sobre a bebida, porque ela está absorta. Perdida em um mundo criador pelo autor. Sente-se. Se quiser ela pode vê-lo de relance, porque a maior parte das garotas que lêem não gostam de ser interrompidas. Pergunte se ela está gostando do livro.
Compre para ela outra xícara de café.

Diga o que realmente pensa sobre o Murakami. Descubra se ela foi além do primeiro capítulo da Irmandade. Entenda que, se ela diz que compreendeu o Ulisses de James Joyce, é só para parecer inteligente. Pergunte se ela gosta ou gostaria de ser a Alice.
É fácil namorar uma garota que lê. Ofereça livros no aniversário dela, no Natal e em comemorações de namoro. Ofereça o dom das palavras na poesia, na música. Ofereça Neruda, Sexton Pound, cummings. Deixe que ela saiba que você entende que as palavras são amor. Entenda que ela sabe a diferença entre os livros e a realidade mas, juro por Deus, ela vai tentar fazer com que a vida se pareça um pouco como seu livro favorito. E se ela conseguir não será por sua causa.

É que ela tem que arriscar, de alguma forma.

Minta. Se ela compreender sintaxe, vai perceber a sua necessidade de mentir. Por trás das palavras existem outras coisas: motivação, valor, nuance, diálogo. E isto nunca será o fim do mundo.

Trate de desiludi-la. Porque uma garota que lê sabe que o fracasso leva sempre ao clímax. Essas garotas sabem que todas as coisas chegam ao fim. E que sempre se pode escrever uma continuação. E que você pode começar outra vez e de novo, e continuar a ser o herói. E que na vida é preciso haver um vilão ou dois.

Por que ter medo de tudo o que você não é? As garotas que leem sabem que as pessoas, tal como as personagens, evoluem. Exceto as da série Crepúsculo.

Se você encontrar uma garota que leia, é melhor mantê-la por perto. Quando encontrá-la acordada às duas da manhã, chorando e apertando um livro contra o peito, prepare uma xícara de chá e abrace-a. Você pode perdê-la por um par de horas, mas ela sempre vai voltar para você. E falará como se as personagens do livro fossem reais – até porque, durante algum tempo, são mesmo.

Você tem de se declarar a ela em um balão de ar quente. Ou durante um show de rock. Ou, casualmente, na próxima vez que ela estiver doente. Ou pelo Skype.

Você vai sorrir tanto que acabará por se perguntar por que é que o seu coração ainda não explodiu e espalhou sangue por todo o peito. Vocês escreverão a história das suas vidas, terão crianças com nomes estranhos e gostos mais estranhos ainda. Ela vai apresentar os seus filhos ao Gato do Chapéu [Cat in the Hat] e a Aslam, talvez no mesmo dia. Vão atravessar juntos os invernos de suas velhices, e ela recitará Keats, num sussurro, enquanto você sacode a neve das botas.

Namore uma garota que lê porque você merece. Merece uma garota que pode te dar a vida mais colorida que você puder imaginar. Se você só puder oferecer-lhe monotonia, horas requintadas e propostas meia-boca, então estará melhor sozinho. Mas se quiser o mundo, e outros mundos além, namore uma garota que lê.

Ou, melhor ainda, namore uma garota que escreve.

Texto original: Date a girl who reads – Rosemary Urquico
Tradução e adaptação – Gabriela Ventura

Jumper (filme)

Jumper é mais uma produção americana, lançado em 2008, o filme é uma adaptação de um livro homônimo escrito por Steven Gould em 1992. Foi dirigido por Doug Liman e estrelado por Hayden Christensen. Teve um orçamento de US$ 85 milhões e arrecadou 222.231.186 dólares.

Foi lançado em 14 de fevereiro de 2008 nos Estados Unidos e em Portugal, e em 28 de março de 2008 no Brasil. O filme mostra um rapaz que é capaz de se teletransportar para qualquer local e é perseguido por uma organização secreta, os Paladinos, que seria uma modernização da Inquisição e que pretende de matar todos os Jumpers.

O filme é muito bom (mas como sempre o livro é melhor ^^)

Recepção da crítica

O filme recebeu geralmente opiniões negativas dos críticos. O Rotten Tomatoes relatou que 16% dos críticos tiveram opiniões positivas com relação ao filme, baseado em 156 críticas – o consenso era: “um filme errático de ação com pouca coerência e efeitos especiais sem brilho”. Por comparação, Metacritic, que atribui uma avaliação normalizada em 100 a partir de comentários críticos, calculou uma pontuação média de 35, baseado em 36 críticas. Marc Salov, do Austin Chronicle, chamou o filme de “… muito inteligente, partes divertidas, bem trabalhado pelo Liman, edição apertada, ação embalada em um feixe de ousadia”.No USA Today, Claudia Puig afirmou que o filme é como “um vôo de fantasia que nunca decolou inteiramente”.Brian Lowry, da Variety, escreveu que Jumper é “inteligente, mas extremamente delgado”.No The New York Times, o crítico Manohla Dargis descreveu Jumper como “um pouco coerente gênero misturado sobre um rapaz que pode se transportar à vontade por todo o globo”, dizendo que “é difícil para quem está de fora saber quem merece a maior parte da culpa por este fracasso”.

Trilha sonora

Jumper: Original Motion Picture Soundtrack
Trilha sonora por John Powell
Lançamento 19 de Fevereiro de 2008
Gravadora(s) Lakeshore Records
Opiniões da crítica

O score foi lançado em 19 de fevereiro de 2008, depois do lançamento do filme. Todas as faixas foram compostas por John Powell. A música foi acompanhada por Brett Weymark e executada pela The Sydney Scoring Orchestra ao todo são 21 faixas.

Sequências

Antes do lançamento do filme, Hayden Christensen refletiu sobre a possibilidade de uma ou mais sequências: “O filme foi definitivamente criado de uma forma que permitirá mais filmes, e Doug teve o cuidado de se certificar de que criou personagens que tem espaço para crescer”. Lucas Foster declarou, durante a produção do filme, “As idéias são tantas que realmente não poderiam se encaixar em, você sabe, um ou dois filmes. Elas precisavam evoluir durante um mínimo de três filmes. Então, planejamos a história ao longo de três filmes e a dividimos de um jeito que deixasse espaço para os outros dois”. Os títulos já foram divulgados (Jumper-“Jumping From Novel To Film: The Past, Present and Future of Jumper” (Special Feature) mas serão exclusivos para locação.

Minha Opinião

O filme de fato é muito bom, tem doses de humor, ação e romance. A trama deixa no ar algumas perguntas como: Vale apena ter tudo e não ter ninguém? Só porque você tem a possibilidade de fazer algo ilegal sem ser pego, você tem o direito de fazer? Depois de assistir o filme eu encontrei um “gibi” da historia na internet, parte dessa HQ está no Extra do DVD. Meses depois tive a oportunidade de ler o livro (nem preciso dizer que o livro é muito melhor), a obra de Steven Gould não estava em português, arranhando um pouco de inglês e usando um tradutor nas passagem mais complicadas concluir o livro. Pessoalmente indico quem poder adquirir, no momento estou tentando conseguir a obra seguinte Griffin’s Story que centraliza o personagem que mais chamou minha atenção no filme.

Hokusai Manga

Gravuras de pintor que influenciou mangá são reunidas em livro.

Capa e uma foto de um original de Hokusai, a origem dos mangás.

Formato: Livro
Autor: KAKAOKA, KAZUYA
Editora: RANDOM HOUSE
Assunto: ARTES

ISBN: 4756240690
ISBN-13: 9784756240699
Idioma: Livro em inglês
Encadernação: Brochura
Dimensão: 30 x 21,3 cm
Edição: 1ª
Ano de Lançamento: 2011
Número de páginas: 600

Valor da Obra: o preço fica acerca de R$120,00, é livro com um público muito seleto, formado em sua maioria fãs do gênero, especialistas ou colecionadores.

Sinopse: “Hokusai Manga” é uma obra de Katsushika Hokusai (1760-1849), um mestre da arte Ukiyo-e, retratando a vida das pessoas comuns, animais, plantas, paisagens e figuras humanas, históricas e sobrenaturais, até demônios e monstros, como se foram uma enciclopédia visual, no valor de quinze volumes. Este livro seleciona peças de cada volume e compila-los em um livro. A obra original se espalhou no Japão e foi para a Europa no meio do século XIX.

Trezentas pranchas inéditas do La Manga do pintor japonês Katsushika Hokusai (1760-1849) – uma compilação de croquis, desenhos e caricaturas, que influenciou os impressionistas franceses, e ancestral dos mangás contemporâneos – estão reunidos num livro, apresentado na quinta-feira (1), em Paris.

Hokusai é o primeiro a ter suas gravuras incluídas numa só obra e que, na época, fascinaram os artistas Manet, Monet, Degas, tornando-se conhecidas, no Ocidente, graças ao pintor e gravador Félix Bracquemond. O livro Hokusai Manga, de 700 páginas, foi editado por La Martinière.

Animais, caricaturas, paisagens e cenas do cotidiano são reproduzidos em gravuras em madeira da época, no formato 30,3 x 21 cm, acompanhados de textos bilingues (francês-japonês) redigidos por dois especialistas: Hideki Nakamura, crítico de arte e professor emérito da Universidade de Nagoya Zokei, e Mitsuru Uragami, antiquário e especialista em artes asiáticas.

Uragami é considerado “o maior colecionador de Hokusai”, segundo a editora. Ele possui 1.500 trabalhos dele que reúne há 40 anos, tendo apresentado à imprensa dez cadernos, na edição original (1814- 1878) assim como vários desenhos eróticos.

“O mundo conhece, principalmente, as 36 vistas do Monte Fuji e da Grande Onda de Kanagwa, mas Hokusai, que morreu aos 90 anos, numa época na qual a expectativa de vida era de 50 anos, só começou a se interessar por paisagens aos 70 anos”, explicou Uragami.

“Antes, ele se dedicava a retratos dos atores do Teatro de Kabuki e de belas mulheres. Mudou várias vezes de nome e considerava que o valor artístico de uma obra residia na capacidade de seu autor mudar de estilo”, acrescentou. “Hokusai dizia que começou a desenhar aos seis anos, que foi medíocre até os 70 anos e que aos 90 ou 100 anos chegaria, sem dúvida, ao ideal”, prosseguiu o especialista.

La Manga conta com cerca de 4 mil pranchas que Hokusai começou a conceber aos 55 anos, para seus aprendizes – 200 pessoas em todo o Japão. “Os dez primeiros tomos chegaram a ser editados e tiveram um tal sucesso junto ao público que Hokusai decidiu dar continuidade a eles”, acrescentou Uragami.

Segundo ele, os cadernos com os croquis “serviam, então, de divertimento durante festas e reuniões familiares, com os convidados tentando reproduzir os desenhos como fazem, hoje, karaokê”.

OPINIÃO: Embora essa seja realmente uma obra de grande valor sobre o tema, eu aconselho comprar apenas aqueles tem afinidade pelo assunto e um bom domínio de inglês, pois como já foi citado, a obra não tem tradução para o português ainda, e quando houver certamente seu preço vai subir consideravelmente então recomendo baixar o e-book em PDF que pode ser facilmente encontrado em alguns blogues (o e-book também está em ingles!)

Fonte: Canal do Terra.

Adaptado e corrigido por mim.

 

A Nausea – Sartre

"O Homem está condenado à liberdade", "A existência precede a essência"

A NAUSEA

SARTRE, JEAN-PAUL
Jean-Paul Sartre (1905-1980) é ganhador do Prêmio Nobel de 1964. Filósofo, escritor e crítico francês, é o principal representante do existencialismo francês. Em 1940, foi prisioneiro de guerra dos alemães. Depois de libertado, lecionou no Liceu de Neuilly e, em seguida, no Liceu Condercet, em Paris, até 1945, quando fundou Les Temps Modernes. De suas obras filosóficas, destacam-se “O ser e o nada”, “Existencialismo e humanismo” e “Crítica da razão dialética”.

 

Formato: Livro

Coleção: 40 ANOS, 40 LIVROS

Autor: SARTRE, JEAN-PAUL

Tradutor: BRAGA, RITA

Editora: NOVA FRONTEIRA-

Assunto: LITERATURA ESTRANGEIRA

ISBN: 8520918751

ISBN-13: 9788520918753

Idioma: Livro em português

Encadernação: Brochura

Edição:

Ano de Lançamento: 2006

Número de páginas: 226

Preço médio: R$ 23,00 (pesquisando mais você pode encontrar mais baratos mais provavelmente de segunda mão)

Sinopse

A náusea (no original em francês, La nausée) é um romance existencialista do filósofo Jean-Paul Sartre, publicada em 1938, escrito quando Sartre ensinava no Liceu de Le Havre. Trata-se de um das obras mais conhecidas de Sartre. A náusea, publicado originalmente em 1938, é o primeiro romance de Sartre. Nele estão presentes, de forma ficcional, todos os princípios do existencialismo que seriam mais tarde postulados em “O ser e o nada” (outra obra de renome mundial), principal obra filosófica do autor. Escrito sob a forma de diário íntimo, o autor constrói seu romance filosófico a partir dos sentimentos e da observação de ações banais de Antoine Roquentin, o protagonista, que, ao perambular por uma cidade desconhecida, é confrontado com o absurdo da condição humana. Apresentação de Silviano Santiago.

Sartre em um dos seus habituais prazeres, fumar cachimbo.


Jean-Paul Charles Aymard Sartre (Paris, 21 de Junho de 1905 — Paris, 15 de Abril de 1980) foi um filósofo, escritor e crítico francês, conhecido como representante do existencialismo. Acreditava que os intelectuais têm de desempenhar um papel ativo na sociedade. Era um artista militante, e apoiou causas políticas de esquerda com a sua vida e a sua obra.

Repeliu as distinções e as funções oficiais e, por estes motivos, se recusou a receber o Nobel de Literatura de 1964 dizendo “O escritor não se deve deixár-se transformar pelas instituições”. Sua filosofia dizia que no caso humano (e só no caso humano) a existência precede a essência, pois o homem primeiro existe, depois se define, enquanto todas as outras coisas são o que são, sem se definir, e por isso sem ter uma “essência” posterior à existência.

Filosofia, humor, "pancadaria" e diversão.

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