Academiæ

"Me disseram que pensar era ingênuo, e daí? Nossa geração não quer pensar. Pois que pense, a que há de vir."

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Eu tenho medo de Górki & outros contos – Ângela Calou

Esse livro é esplêndido, sobre todos os sentidos, tanto no conteúdo quanto na fineza de seu acabamento.

 

  • Editora: LCR
  • Autor: ÂNGELA CALOU
  • ISBN: 9788579150562
  • Origem: Nacional
  • Ano: 2011
  • Edição: 1
  • Número de páginas: 98
  • Acabamento: Brochura
  • Formato: Bolso
  • Código de Barras: 9788579150562

SINOPSE: Ângela Calou já encontrou seu estilo, neste livro de estreia. Aqui, lemos sobre descobertas e assombros, com protagonistas perseguidos por pesadelos ou intuições. Em muitas histórias, há uma atmosfera fantasmática. É o caso de “Alameda do Castelo nº 1824”, “Eu tenho medo de Górki”, “A Fuga”. Em outros textos, abre-se espaço para “aquela náusea alegre que se quis chamar amor”: são narrativasmais voltadas para prosas e poéticos encontros, sempre ligados a algum tipo de metamorfose, sutil, visceral e devastadora.

É um desafio prazeroso se aventurar a ler “Eu tenho medo de Górki & outros contos” de Ângela Calou. Desafio sim, pois sua linguagem é afiadíssima, seus contos transbordam de uma profundidade existencial que afoga seu leitor entre suas páginas, cada conto é de uma originalidade assustadora e envolvente que obriga o leitor a continuar seu percurso sendo alvo de ferroada de reflexão, impossível terminar um conto sem pensar ou intuir algo sobre ele, e aí vem o prazer, esse jogo de provocações causa ao mesmo tempo a ansiedade de continuar a leitura de imediato a qualquer conclusão que o leitor chegue. Comumente se acha que algo original é aquilo que não trás traços ou vestígios alheios, bem eu vou mais além, conceituo que original também é aquilo que não se pode copiar. Bem, Ângela Calou é isso, ORIGINAL! São 98 páginas de uma visão do mundo conceitualizada por uma mente brilhante, personagens que se recusam a abandonar a mente do leitor ao final de cada conto. Dou especial atenção para a Met(amor)fose e conto que dá nome ao livro, mas afinal de contas, eu agora também tenho medo de Górki.

Obra e autora.

O livro contem 23 contos:
Antonie voltou a pé
A teia e a aranha, mosca distraída fui
Joana em dia de seu avesso
Claus foi embora
Naquele tempo, naquele lugar
Sobre a medida de desordem de um sistema ter(a)mo(r)dinâmico
Met(amor)fose
Eu tenho medo de Górki
Capricho 43
Quase uma fantasia
Há coisas que devem morrer
Do oco no meio das falas e coisas
O que nunca se soube sobre o velho do saco
Da anatomia de um engano
A fuga
Onde o pedaço de branco-e-preto?
Da maternidade
Sobreaviso para Alice em seu país
Feliz data
Marca d’água
Alameda do Castelo nº 1824
Leve-me! – foi o que lhi pedi

Vou deixar aqui alguns “petisco” do livro para que vocês possam “degustar” essa magnífica obra.

Estou ansioso pelo próximo "filho" dessa escritora.

“A morte era um rato metafórico, roedor espectral que rondava agora a minha carne, pois é sabido que, aquele escapa a uma emboscada, segue tentando a reproduzi-la na condição invertida de arguto algoz.” pág. 20

“Aprendi com Carlile a dar quase nada de mim às pessoas, a enfear meus olhos ao olhá-las, pois tudo que me diziam era engano areento que o vento levava, como a areia que fica nos pés quando se caminha na praia.” pág. 25

“Na segunda primavera sem flores, ela apostava corrida com os passarinhos, alimentava um gato invisível e, simpática que era, já possuía a conta de três amigos imaginários.” pág. 28

“(…) arriscarei um pensamento. E pensar que nunca pensei em pensar!” pág. 46

“Tens o tempo pendurado em teu braço direito, uma vez que o esquerdo, próximo do teu coração, jamais suportaria o peso melancólico dos ponteiros de Saturno, que na ausência de chiclete de menta, masca os filhos para variar o gosto na boca.” pág. 63
Minha homenagem a tão extraordinária escritora.

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Parabéns Ângela Calou pela obra, está incrível. Continue assim minha cara, não pare jamais.

OBS: Gorki, seria na verdade Máximo Gorki (Максим Горький), pseudônimo de Aleksei Maksimovich Peshkov (em russo, Алексей Максимович Пешков) (Nijni Nóvgorod,28 de março de 1868Moscovo, 18 de junho de 1936), foi um famoso escritor, romancista, dramaturgo, contista e ativista político russo. Gorki foi escritor de escola naturalista que formou uma espécie de ponte entre as gerações de Tchekhov e Tolstoi, e a nova geração de escritores soviéticos.

"O mundo está para a alma como o banho de vapor para o corpo. É muito saudável..." - Máximo Górki.

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Quelqu’un M’a Dit – Carla Bruni

Carla Bruni é ex-modelo profissional, cantora, e atual 1º Dama da França.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quelqu’un M’a Dit
Composição: Daniel De le Teoux
Carla Bruni

On me dit que nos vies ne valent pas grand-chose,
Elles passent en un instant comme fanent les roses,
On me dit que le temps qui glisse est un salaud,
Que de nos chagrins il s’en fait des manteaux.

Pourtant quelqu’un m’a dit que tu m’aimais encore,
C’est quelqu’un qui m’a dit que tu m’aimais encore,
Serais ce possible alors ? (refrain)

On me dit que le destin se moque bien de nous,
Qu’il ne nous donne rien, et qu’il nous promet tout,
Paraît que le bonheur est à portée de main,
Alors on tend la main et on se retrouve fou.

Pourtant quelqu’un m’a dit…

Mais qui est-ce qui m’a dit que toujours tu m’aimais?

Je ne me souviens plus, c’était tard dans la nuit,
J’entends encore la voix, mais je ne vois plus les
traits, “Il vous aime, c’est secret, ne lui dites pas
que je vous l’ai dit.”

Tu vois, quelqu’un m’a dit que tu m’aimais encore,
Me l’a t’on vraiment dit que tu m’aimais encore,
Serait-ce possible alors ?

On me dit que nos vies ne valent pas grand-chose,
Elles passent en un instant comme fanent les roses,
On me dit que le temps qui glisse est un salaud,
Et que de nos tristesses il s’en fait des manteaux.

Pourtant quelqu’un m’a dit…

TRADUÇÃO:
Alguém Me Disse
Carla Bruni

Falam que nossas vidas não valem grande coisa,
Elas passam em um momento como murcham as rosas.
Falam que o tempo que desliza é um bastardo
Que de nossas tristezas ele faz um casaco.

No entanto alguém me disse, que você ainda me ama,
Alguém que me disse que você ainda me ama
Será isto possível então?

Falam me que o destino se diverte conosco
Que não nos dá nada e que nos promete tudo
Que a felicidade está dentro do alcance,
Então você estende a mão e se descobre louco

No entanto alguém me disse…

Mas quem me disse que você sempre me ama?

Eu não recordo mais, era tarde da noite,
Eu ouço ainda a voz, mas eu não vejo o rosto
“Ele ama você, isso é segredo, não lhe diga
que eu disse a você”

Você vê alguém dizendo a mim que você ainda me ama,
Você realmente me disse que você ainda me ama,
Seria isto possível então?

Falam que nossas vidas não valem grande coisa,
Elas passam em um momento, como murcham as rosas
Falam que o tempo é um bastardo
Que nossas tristezas são aparência

No entanto alguém me disse…

Já que eu arranjei um amiga à francesa, resolvi homenagear ela.
Bom feriado Mademoiselle Dry
^^

Is This Love? – Bob Marley

Estou ha 2 dias ouvindo essa música sem parar, como gostei muito dela estou sugerindo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Is This Love?
Bob Marley

I wanna love you and treat you right
I wanna love you every day and every night
We’ll be together with a roof right over our heads
We’ll share the shelter of my single bed
We’ll share the same room, yeah, but jah provide the breadIs this love, is this love, is this love
Is this love that I’m feelling’?
Is this love, is this love, is this love
Is this love that I’m feeling’?

I wanna know, wanna know, wanna know now
I got to know, got to know, got to know now
I, I, I, I, I, I, I, I, I, I’m willing and able
So I throw my cards on your table

I wanna love you, I wanna love and treat, love and treat you right
I wanna love you every day and every night
We’ll be together yeah, with a roof right over our heads
We’ll share the shelter yeah, oh yeah, of my single bed
We’ll share the same room yeah, but jah provide the bread

Is this love, is this love, is this love
Is this love that I’m feeling’?
Is this love, is this love, is this love
Is this love that I’m feeling’?
Wo-o-o-oah!

Oh yes I know, yes I know, yes I know now
Oh yes I know, yes I know, yes I know now
I, I, I, I, I, I, I, I, I, I’m willing and able
So I throw my cards on your table

See I wanna love ya, I wanna love and treat ya, love and treat ya right
I wanna love you every day and every night
We’ll be together with a roof right over our heads
We’ll share the shelter of my single bed
We’ll share the same room yeah, but jah provide the bread
We’ll share the shelter of my single bed

TRADUÇÃO:
Isso é amor?
Bob Marley
Eu quero amá-la e tratá-la direito
Eu quero amar você a cada dia e cada noite
Estaremos juntos com um teto bem em cima das nossas cabeças
Nós iremos compartilhar o refúgio da minha cama de solteiro
Iremos partilhar o mesmo quarto, sim, porém Jah proverá o pãoÉ amor, é amor, é amor
É amor que estou sentindo?
É amor, é amor, é amor
É amor que estou sentindo?

Eu quero saber, quero saber, quero saber agora
Eu tenho de saber, tenho que saber, tenho que saber agora
Eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, estou disposto e capaz
Então jogo minhas cartas em sua mesa

Eu quero amá-la, eu quero amá-la e tratá-la, amá-la e tratá-la direito
Eu quero amar você a cada dia e cada noite
Estaremos juntos com um teto bem em cima das nossas cabeças
Nós iremos compartilhar o refúgio da minha cama de solteiro
Iremos partilhar o mesmo quarto, sim, porém Jah proverá o pão

É amor, é amor, é amor
É amor o que estou sentindo?
É amor, é amor, é amor
É amor o que estou sentindo?
Wo-o-o-oah!

Oh sim eu sei, sim eu sei, sim eu sei agora
Oh sim eu sei, sim eu sei, sim eu sei agora
Eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, eu, estou disposto e capaz
Então eu jogo minhas cartas em sua mesa

Veja eu quero te amar, quero amar e tratar-te, amar-te e tratar-te bem
Eu quero amar você a cada dia e cada noite
Estaremos juntos com um teto bem em cima das nossas cabeças
Nós iremos compartilhar o refúgio da minha cama de solteiro
Iremos compartilhar a mesma sala sim, porém Jah proverá o pão
Nós iremos compartilhar o refúgio da minha cama de solteiro

Unbreakable – Corpo Fechado

Muito bom, surpreendente feito de M. Night Shyamalan.

Dizem que quem avisa amigo é, então se você já começou a ler esse post sem antes ter assistido o filme pare e vá até a locadora mais próxima (ou faça o download dele se sua net for boa ^^) e depois volte e diga o que achou.

A proposta foi interessante: filmar uma história em quadrinhos, com seus respectivos personagens fantásticos, como um drama realista (conflitos domésticos). A idéia era criar um contraste violento – mas nada óbvio, já que isso só é percebido lentamente, entre a narrativa tradicional de uma HQ, com muita ação e ritmo alucinante, e o que efetivamente está na tela, um lento e sombrio deslocamento dos personagens rumo à sua verdade existencial reveladora. Verdade que, engenhosamente, também só será descoberta pelo espectador no fim. E estou até agora revendo o filme em meus pensamentos. Puxa! Finalmente fizeram um filme que trata os quadrinhos com o respeito que nós amantes dos bons e velhos gibis podemos assistir sem medo (já era tempo né?!) Atente para todos os detalhes do filme: música, informações, atuação, desenrolar. Do começo ao fim, o filme é perfeito, destaque para a primeira “missão” do Sentinela.

Sinopse:

atuação brilhante desse dois, melhor que em Duro de Matar 2

David Dunn, é o único sobrevivente de um terrível acidente de trem, dias depois de seu acidente ele é procurado pelo estranho Elijah Price, que tenta convencê-lo que ele é como atributos e capacidades além de um homem comum.

Enredo (Primeira Parte):

Elijah Price (interpretado por Samuel L. Jackson) nasce com o tipo 1 da Osteogênese Imperfeita, popularmente conhecida como Osso de Vidro uma doença rara na qual os ossos se quebram facilmente. Durante suas muitas estadias no hospital onde seu único passatempo era ler histórias em quadrinhos, Price teoriza, que se ele é frágil, deve existir alguém que é o seu oposto, alguém “inquebrável”.

Anos mais tarde, o guarda de segurança, David Dunn (atuação de Bruce Willis), também está procurando significado na sua vida. Há muitos anos, ele desistiu de uma promissora carreira de futebol americano para se casar com seu grande amor, Audrey (Robin Wright Penn), depois que se envolveram em um acidente de carro. No entanto seu casamento esta se dissolvendo, para a angústia de seu jovem filho, Joseph (Spencer Treat Clark). Retornando de uma entrevista de emprego em Nova York, David e o único sobrevivente de um terrível acidente de trem que mata 131 pessoas, é um detalhe: David não sofre nem um arranhão. David é contactado pelo já adulto, Elijah, que apresenta a teoria de que David pode ser um tipo de super-herói igual aos das revistas em quadrinhos.

Um heroi possível. Melhor que Kick-Ass.

SOBE AS MINHAS LENTES:

Em Unbreakable (Corpo Fechado é o titulo de lançamento no Brasil, convenhamos que mais uma vez os tradutores fizeram um serviço porco com essa tradução) o diretor e roteirista M. Night Shyamalan, fez um trabalho incrível, a figura do herói e do vilão aqui foram tão bem elaboradas que nos leva pensar “O que é ser um herói?”, o personagem de Bruce Willis é muito forte, mas não veremos ele empilhando carros ou fazendo malabarismo com caminhões. Continuando a análise – dos visuais exuberantes e enredos ridículos; é notório que o mercado de HQs sofreu um declínio pesado. De certa forma, essa crise nada mais é do que um sintoma; um sinal de doença em uma sociedade onde a criatividade e a imaginação, quando não vem mastigada e pronta, é posta de lado. O filme tem como tema principal um dos aspectos da chamada mitologia dos super-heróis dos quadrinhos ou seja, a de que todo herói deve possuir um arqui-inimigo, que geralmente se torna um super-vilão em função das ações de seu futuro antagonista. O Lex Luthor original se torna um vilão depois de um acidente com o Super-Homem; os inimigos insanos do Batman assumiriam suas fantasias e personalidades malignas inspirados pelo surgimento do herói e assim por diante.

Breaking All The Rules

We are the people one and all
From deliverance to the fall
From the battle and the heat
To our triumph and defeat
We are the young ones crying out
Full of anger, full of doubt
And we’re breaking all of the rules
Never choosing to be fools
We are tired of being used
We are constantly excused
In the battle and the heat
In the shadow of retreat
We are the young ones crying out
Full of anger, full of doubt
And we’re breaking all of the rules
Never choosing to be fools
We are the people one and all
From deliverance to the fall
From the bitter to the brave
From the cradle to the grave
We are the young ones crying out
Full of anger, full of doubt
And we’re breaking all of the rules
Never choosing to be fools
TRADUÇÃO:

Quebrando Todas As Regras

Nós somos o povo, todo mundo
Da salvação até a queda
Da batalha e do calor
Para o nosso triunfo e derrota
Nós somos os jovens que estão gritando
Cheios de fúria, cheios de dúvidas
E estamos violando todas as regras
Nunca escolhendo sermos tolos
Nós estamos cansados de ser usados
Nós somos constantemente desculpados
Na batalha e no calor
Na sombra da retirada
Nós somos os jovens que estão gritando
Cheios de fúria, cheios de dúvidas
E estamos violando todas as regras
Nunca escolhendo sermos tolos
Nós somos o povo, todo mundo
Da salvação até a queda
Do áspero até o corajoso
Do berço até o túmulo
Nós somos os jovens que estão gritando
Cheios de fúria, cheios de dúvidas
E estamos violando todas as regras
Nunca escolhendo sermos tolos

Planeta dos Macacos: A Origem

Embora a historia tenha sofrido grandes tombos com as adaptações cinematográficas e muitas brecha ainda estão abertas e outras sem explicações muito convincentes (aos olhos severos da crítica) essa versão mais recente (e talvez a última) de Planeta dos Macacos superou as expectativas de alguns colunista que esperavam mais um enigmático filme entre humanos e macacos falantes.

Escrito por Rick Jaffa e Amanda Silver Planeta dos Macacos – A Origem fez sua lição de casa com empenho, finge ser um filme de ação, mas tem seu aspecto emocional, conta uma história condizente com a franquia, não se esquece de ter sentido e não decepciona com uma trama que se desenrola gradativamente sem pulos nem tropeços (que é como as versões anteriores deveriam ter sido).

ENREDO (atenção, contem spoilers)

Muito bom, sem muita apelação para efeitos especiais.

O novo filme se passa antes da história já conhecida sobre o domínio dos símios na Terra, e é só uma das teorias sobre o desfecho do filme. Numa das teorias os macacos ocuparam o lugar de cães e gatos (extintos por uma praga) no papel de animais de estimação, e substituíram os empregados como assistentes pessoais, até que os contínuos maus tratos aos quais eram submetidos levaram o macaco César, filho de macacos vindos do futuro, a liderar uma revolta.

No filme atual Will Rodman (James Franco) é um cientista, que na procura de uma cura para o mal de Alzheimer (incentivado por seu pai possuir essa doença), cria uma droga chamada ALZ-112. Porém, essa droga possui um efeito curto, e depois de algum tempo o corpo consegue produzir anticorpos que acabam com o efeito do vírus ALZ-112. O efeito desse vírus é completamente diferente nos símios. Nesses últimos, o vírus causa uma neurogênese, aumentando o QI dos símios.

Rodman testa com sucesso uma nova droga em uma chimpanzé apelidada de Olhos Brilhantes, porém, em meio a apresentação da sua nova criação, a chimpanzé enlouquece, destrói o laboratório e quase faz com que o cientista perca o emprego. Will descobre, ainda confuso com a reação do espécime, que ela há pouco estava grávida e apenas estava tentando proteger a cria recém-nascida. Rodman leva a cria para sua casa, onde descobre que a mutação exercida pelo vírus ALZ-112 é hereditária. Assim, a pedidos do seu pai batiza o filhote de César (devido uma peça teatral escrita por William Shakespeare ser sua favorita). Rodman, percebendo que o vírus é um sucesso nos símios, decide testá-lo, sem nenhum tipo de aprovação, em seu pai, que com única dose fica curado do Alzheimer. Seguindo sua vida normalmente com César, Will descobre uma veterinária Caroline Aranha (Freida Pinto), por quem, com a ajuda de César começa um relacionamento. Após 5 anos de uma aparente estabilidade, os problemas começam a aparecer.

Cesar, o símio evoluído que se comunica por sinais.

César começa a se questionar se ele é um membro da família ou apenas um animal de estimação. O pai de Will começa a reapresentar sinais de Alzheimer, e após uma confusão com a vizinhança, César tenta defendê-lo de um perigo eminente (na concepção de César) que era o vizinho. César é mandado para um abrigo para macacos chefiado por John Landon (Brian Cox) e seu filho Dodge Landon (Tom Felton). Lá percebe os maus tratos e o verdadeiro comportamento humano perante sua espécie e é onde decide mudar a situação dos símios.

Paralelamente, na busca de uma cura definitiva para a doença de seu pai, Rodman desenvolve uma nova versão do vírus com a intenção de que o composto chegue mais rapidamente ao cérebro, o ALZ-113. Porém o resultado dessa experiência é um vírus letal para os humanos mas não para os símios. Esse composto é roubado por César, que foge do abrigo, mas volta com o ALZ-113 e distribui para seus coespécimes. Assim, os símios fogem do abrigo, e vão para a cidade em direção ao parque das sequóias, tendo que atravessar a Golden Gate, onde acontece a luta principal entre humanos e símios. Ao final do filme, o cientista Will Rodman consegue alcançar César, já no parque das sequóias, e despede-se do chimpanzé estupefato, pois ao abraçá-lo César consegue falar: “Cesar is home.”, ou “César está em casa.”, em português.

O vírus se espalha no final do filme, demonstrando que somente sobreviverão símios no planeta Terra. Possivelmente, alguns humanos irão adquirir imunidade ao vírus mortal, porém serão dominados pelos símios. Durante o filme, é constantemente apresentada uma expedição à Marte em que foi perdida. É presumível que seja essa expedição que dará origem ao filme original.

COMENTANDO:

Bem verdade que esse Planeta dos Macacos – A Origem aposta em ser a história épica desse macaco, que talvez não se encaixe na equação em um primeiro momento, mas aos poucos (talvez tarde demais para os humanos) vai descobrindo que, mesmo diferente de todos à sua volta não precisa ser, necessariamente, uma ameaça. O resultado de tudo pode até não ser tão inesquecível, mas é feito com tanto cuidado (o roteiro) que constrói essa trama ao redor não de um punhado de macacos atrás de vingança, mas simplesmente à procura de um modo de se desvencilhar daquele mundo no qual não pertencem.

Para o deleite dos fãs, a trama acaba então não se perdendo em referências sem sentido, e nem sequer parece preocupado em ser um “início” pragmático, ainda que dê a estátua da liberdade de brinquedo para Cesar (que por sua vez ganha o nome de outro personagem famosa da franquia) brincar, lance (e até perca no espaço) a tripulação de uma nave que vai em direção à Marte e repita até a famosa “- Tire essas patas imundas de mim!” dita por Charlton Heston no primeiro (que nesse filme faz uma microaparição), mas sim pelo contrário, tentando fazer o “seu” Planeta dos Macacos, um filme que, assim como o de 1968 parecia ser um filme de ação, e até era, mas, com uma vontade enorme de contar uma história muito maior que qualquer ritmo que precisasse ter para entreter seu espectador.

Mais Sobre o Assunto:

Após ler, deixe seu comentário, elogio, crítica ou sugestão. Vlw!

Para saber mais confira em:

TRANSFORMERS – HQ

Deixo aqui a sugestão de leitura de uma das mais fascinantes HQs que já li. A bem elaborada saga TRANSFORMERS.

Os originais, a aventura e a conclusão da trama. (Emocionante, nota 10!)

Diferente da trilogia cinematográfica (que também é boa, embora eu não tenha gostado tanto do último filmes quanto gostei dos dois anteriores) essa saga final tem todos os elementos que uma verdadeira trama precisa, aventura, fantasia, conspiração, sacrifícios, traição e ação. E não vou mentir que é uma trama magnifica e emocionante. Recomendo para todos, sejam fãs de quadrinhos ou não, essa historia vale apena conferir. E gostaria de agradecer meu amigo Janilson por ter me emprestado as revistas para ler enquanto esperava para mais uma divertida sessão de RPG. Valeu cara, abraço!

O Sentido da Vida – Bradley Trevor Greive

Uma obra de Bradley Trevor Greive (já li e recomendo).

 

  • Editora: Sextante
  • Autor: BRADLEY TREVOR GREIVE
  • ISBN: 8575422359
  • Origem: Nacional
  • Ano: 2006
  • Edição: 1
  • Número de páginas: 132
  • Acabamento: Brochura
  • Formato: Bolso
  • Código de Barras: 9788575422359

Qual o sentido da vida?

Ao longo da história grandes filósofos e pensadores quebraram a cabeça a procura de uma resposta.
Com divertidas imagens e com um texto afiadíssimo, Bradley Trevor Greive dá sua contribuição inteligente e bem-humorada a um dos maiores debates da humanidade.

SOBRE AS MINHAS LENTES:

Uma obra de arte  é minha opinião d’O Sentido da Vida, uma obra de Bradley Trevor Greive é um livro extraordinário, o autor teve muita criatividade no uso das imagens, esse é o tipo de livro que depois de ler você fica pensando sobre ele por horas e horas. A leitura do livro não leva mais do que uma hora e meia, mais é muito difícil resistir a instigante provocação de suas imagem e palavras, o que deixa a leitura mais lenta e prazerosa. O livro não é uma narrativa comum, não chega a ser um livro de autoajuda, mas uma máquina de interrogações. É o tipo de livro pra todas as horas, o qual também se pode indicar para qualquer tipo de pessoa. Li, lerei novamente e recomendo à todos. Boa leitura!

Clube Dos Canalhas – Matanza

Clube Dos Canalhas

Capa do Album

Matanza

Vai chegar de madrugada e ela vai querer saber
Onde foi, aonde esteve e o que foi fazer
Mas à todas as perguntas sabe responder
Tem um plano A e tem um plano B

Se você nunca se contradiz
Não abre mão do que te faz feliz
Se não há nada que abale sua paz
Já nasceu sabendo como é que se faz
e tudo segue do jeito que sempre quis

Temos um sócio no Clube dos Canalhas
Não admitimos que apontem nossas falhas
Queremos todo dia tudo isso que a vida tem de bom

Farra para tudo é um bom remédio
Só um idiota completo morre de tédio
Queremos todo dia tudo isso que a vida tem de bom

Sabe o quanto é importante não dar muita explicação
Não há nada de extraordinário na situação
O segredo do sucesso é a moderação
ter um dia sim e ter um dia não

Se você nunca se contradiz
Não abre mão do que te faz feliz
Se não há nada que abale sua paz
Já nasceu sabendo como é que se faz
e tudo segue do jeito que sempre quis

Temos um sócio no Clube dos Canalhas
Não admitimos que apontem nossas falhas
Queremos todo dia tudo isso que a vida tem de bom

Farra para tudo é um bom remédio
Só um idiota completo morre de tédio
Queremos todo dia tudo isso que a vida tem de bom.

 

Alguém sabe dizer quais pensamentos filosoficos pode ser extraidos dessa letra? Eu identifiquei 2, você saberia dizer quais? Fora elas encontrou mais algum?

A Mensagem de Epicuro

Não é de hoje que grandes sucessos do cinema trazem atrelados a suas tramas uma certa dose de filosofia, eu já citei Matrix, V de Vingança e Gênio Indomável. Agora eu resolvi pegar um a produção da década de 80 que acredito, todos já devem ter assistido (inúmeras vezes). Ferris Bueller’s Day Off ou Curtindo a Vida Adoidado como foi traduzido no Brasil, é um filme americano que trás uma filosofia helenista em sua trama, mais precisamente podemos dizer que é uma Mensagem de Epicuro. Mas antes de irmos diretos ao assunto, vamos esmiuçar um pouco o filme (caso haja um pobre coitado que nunca tenha assistido a essa verdadeira obra de arte).

Sobre o Filme

Pôster de Curtindo a Vida Adoidado

Ferris Bueller’s Day Off foi lançado em 11 de junho de 1986 sobre a direção de  John Hughes, considerado “o mestre dos filmes adolescentes dos anos 80“. O filme conta a história de um jovem meio malandro que para aproveitar a um pouco mais a vida, finge estar doente para matar aula junto com sua namorada e o melhor amigo,é visto pela crítica moderna como um clássico e um paradigma do cinema da década de 1980, notável por ser uma obra cinematográfica que o espectador não se cansa de rever (eu mesmo já devo ter visto mais de 30 vezes, e agora que comprei o DVD vou ter o que assistir quando começar o BBB) – muito embora a maior parte das apreciações iniciais tenha sido negativa pois para as autoridades politicas-educacionais da época, ver um filme que fala de matar aula e “vadiar” ganhando fama e fazendo muito sucesso não é muito agradável.

Sempre que assisto me lembro dos tempos de escola, quando todos enfrentam aulas chatas e professores enfadonhos e das muitas vezes que pulava muros e janelas da escola para escapar das tediosas palestra sobre tabagismo ( eu nem nunca fumei! ^^), educação sexual (chegaram tarde, tudo tentaram me dizer eu já sabia desde os 9 anos rsrsrsrss) e segurança nas ruas ( ah tah, na época as carroças e bicicletas né?). Matar aulas (quando você nota que nem os “professores” sabe o que tão falando) pra tomar banho de lagoa, ir pescar com os amigos, pular cercas pra pegar pitomba, siriguela, manga e umbu, ou pra uma passadinha na casa da paquera (fazer o que era assim que o pessoal dizia, e cá entre nós, hoje chamam de cada coisa que não vou nem colocar aqui O.O) é mais do que recomendando.

Um rápido resumo (ALERTA DE SPOILER): Toda a história do filme passa-se na cidade de Chicago; era o dia 5 de junho de 1985. Ferris Bueller é um jovem aluno do último ano do colegial e pretende faltar a todas às aulas daquele dia. Assim, finge estar doente, enganando os pais, mas não a irmã Jeanie (Jean/Shauna), que se revolta com os sucessos dos planos do irmão.

Tão logo se vê sozinho em casa Ferris prepara seu quarto para simular sua presença, e convoca seu melhor amigo que é hipocondríaco, Cameron Frye, a pegá-lo em casa. Enquanto isto o diretor do colégio, Sr. Rooney, telefona para a Sra. Katie Bueller para comunicar a falta do filho. Ferris naquele ano, ao contrário de seu desejo de ganhar um carro, foi presenteado com um computador e, enquanto o diretor vê em seu monitor (ecrã) as nove faltas do aluno, Ferris invade o sistema do colégio e as reduz para somente duas. A mãe confirma, entretanto, que o jovem estava realmente doente e o diretor fica com cara de bunda (rsrsrsrs foi mau, não resisti ^^).

O quadro Tarde de Domingo na Ilha de Grande Jatte, de Seurat, obra que fascinou Cameron

Assim, depois de conseguir levar Sloane (a namorada de Ferris), os três partem para o centro de Chicago, onde começa a série de aventuras. Guardando a Ferrari numa garagem pública, não percebem que dois garagistas decidem aproveitar a oportunidade para dar um rolé pela cidade com o carro, o que se diga de passagem muitos manobrista fazem. Dali, começam as tramóias de Ferris, que incluem fazer-se passar pelo “Rei da Salsicha de Chicago” (um dos melhores momentos do filme) e assim obterem uma mesa no exclusivo restaurante “Chez Quis”, visita a museu (Art Institute of Chicago, onde Cameron parece se identificar com uma criança retratada por Georges-Pierre Seurat), ida ao Wrigley Field, estádio da equipe de beisebol Chicago Cubs, ao Sears Tower e até a participação numa parada alemã, em que Ferris faz toda a cidade dançar ao som de Twist and Shout dos Beatles.

Ferris cantando Twist and Shout na parada alemã.

Enquanto isto os alunos do colégio, acreditando que Ferris esteja verdadeiramente muito doente, iniciam uma campanha de arrecadação de fundos para comprarem-lhe um novo rim. Em várias partes da cidade, não apenas do colégio, a notícia da doença do jovem se espalha, bem como a campanha “Save Ferris” (“Salve Ferris”), que será lida em vários momentos do filme: numa imensa caixa d’água redonda, na porta do estádio de beisebol, no caderno de um aluno, etc.

Os três amigos encerram as brincadeiras e voltam à garagem, justo no momento em que o carro deles chega do passeio. A quilometragem, que imaginaram ser reduzida, estava três vezes maior que a originalmente marcada. Cameron fica em estado de choque e assim permanece por um bom tempo, sendo colocado pelo casal amigo numa cadeira junto à piscina de sua casa, enquanto os outros dois se banham, imaginando como farão para solucionar o problema.

Uma simples descrição do enredo não faz justiça a este filme, como nenhuma descrição sumária de enredo não faz justiça a uma boa comédia (…) não se esqueça de ficar até o final dos créditos.

Peter Reiher

A Mensagem:

O filme trata muito dos prazeres da vida, como a vida é curta, como os bons momentos cercados de amigos e amores devem ser valorizados e multiplicados. Epicuro de Samos (341 a.C., Samos — 271 ou 270 a.C., Atenas) foi um filósofo grego do período helenístico. Seu pensamento foi muito difundido e numerosos centros epicuristas se desenvolveram na Jônia, no Egito e, a partir do século I, em Roma, onde Lucrécio foi seu maior divulgador.

Um Guia Para A Felicidade.

O propósito da filosofia para Epicuro era atingir a felicidade, estado caracterizado pela aponia, a ausência de dor (física) e ataraxia ou imperturbabilidade da alma. Ele buscou na natureza as balizas para o seu pensamento: o homem, a exemplo dos animais, busca afastar-se da dor e aproximar-se do prazer. Estas referências seriam as melhores maneiras de medir o que é bom ou ruim. Utilizou-se da teoria atômica de Demócrito para justificar a constituição de tudo o que há. Das estrelas à alma, tudo é formado de átomos, sendo, porém de diferentes naturezas. Dizia que os átomos são de qualidades finitas, de quantidades infinitas e sujeitos a infinitas combinações. A morte física seria o fim do corpo (e do indivíduo), que era entendido como somatório de carne e alma, pela desintegração completa dos átomos que o constituem. Desta forma, os átomos, eternos e indestrutíveis, estariam livres para constituir outros corpos. Essa teoria, exaustivamente trabalhada, tinha a finalidade de explicar todos os fenômenos naturais conhecidos ou ainda não e principalmente extirpar os maiores medos humanos: o medo da morte e o medo dos deuses. Naqueles tempos, Epicuro percebeu que as pessoas eram muito supersticiosas e haviam se afastado da verdadeira função das religiões e dos deuses. Os deuses, segundo ele, viviam em perfeita harmonia, desfrutando da bem-aventurança (felicidade) divina. Não seria preocupação divina atormentar o homem de qualquer forma. Os deuses deveriam ser tomados como foram em tempos remotos, modelos de bem-aventurança que servem como modelo para os homens e não seres instáveis, com paixões humanas, que devem ser temidos.

Desta forma procurou tranquilizar as pessoas quanto aos tormentos futuros ou após a morte. Não há por que temer os deuses nem em vida e nem após a vida. E além disso, depois de mortos, como não estaremos mais de posse de nossos sentidos, será impossível sentir alguma coisa. Então, não haveria nada a temer com a morte. No entanto, a caminho da busca da felicidade, ainda estão as dores e os prazeres. Quanto às dores físicas, nem sempre seria possível evitá-las. Mas Epicuro faz questão de frisar que elas não são duradouras e podem ser suportadas com as lembranças de bons momentos que o indivíduo tenha vivido. Piores e mais difíceis de lidar são as dores que perturbam a alma. Essas podem continuar a doer mesmo muito tempo depois de terem sido despertadas pela primeira vez. Para essas, Epicuro recomenda a reflexão. As dores da alma estão frequentemente associadas às frustrações. Em geral, oriunda de um desejo não satisfeito.

Encontra-se aqui um dos pontos fundamentais para o entendimento dessa curiosa doutrina, que também foi tomada por seus seguidores e discípulos como um evangelho ou boa nova, o equacionamento entre dores e prazeres.

Das 300 obras escritas pelo filósofo, restaram apenas três cartas que versam sobre a natureza, sobre os meteoros e sobre a moral, e uma coleção de pensamentos, fragmentos de outras obras perdidas. Estas cartas, com os fragmentos, foram coligidos por Hermann Usener sob o título de Epicurea, em 1887, mas mais tarde descobriu ser de Leucipo para Hermann Diels. Por suas proposições filosóficas Epicuro é considerado um dos precursores do pensamento anarquista no período clássico.

PRAZER e DESEJOS: A doutrina de Epicuro entende que o sumo bem reside no prazer e, por isso, foi uma doutrina muitas vezes confundida com o hedonismo. O prazer de que fala Epicuro é o prazer do sábio, entendido como quietude da mente e o domínio sobre as emoções e, portanto, sobre si mesmo. É o prazer da justa-medida e não dos excessos. É a própria Natureza que nos informa que o prazer é um bem. Este prazer, no entanto, apenas satisfaz uma necessidade ou aquieta a dor. A Natureza conduz-nos a uma vida simples. O único prazer é o prazer do corpo e o que se chama de prazer do espírito é apenas lembrança dos prazeres do corpo. O mais alto prazer reside no que chamamos de saúde. Entre os prazeres, Epicuro elege a amizade. Por isso o convívio entre os estudiosos de sua doutrina era tão importante a ponto de viverem em uma comunidade, o “Jardim”. Ali, os amigos poderiam se dedicar à filosofia, cuja função principal é libertar o homem para uma vida melhor.

Epicuro classificou os desejos humanos dessa forma:

Desejos Naturais:

1. Necessários (para a felicidade eudaimonia, para a tranquilidade do corpo (segurança/proteccção), para a vida (nutrição e sono).
2. Simplesmente Naturais (variações de prazer, a busca do agradável)

Desejos Frívolos:

1. Artificiais ( riqueza, glória, poder e honra)
2. Irrealizáveis (imortalidade)

 

OBS: Vale apena resaltar que o próprio Epicuro pedi moderação nos atos pois o prazer em demasia se torna vicio e vicio não tras felicidade.

 

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