Academiæ

"Me disseram que pensar era ingênuo, e daí? Nossa geração não quer pensar. Pois que pense, a que há de vir."

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Quelqu’un M’a Dit – Carla Bruni

Carla Bruni é ex-modelo profissional, cantora, e atual 1º Dama da França.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quelqu’un M’a Dit
Composição: Daniel De le Teoux
Carla Bruni

On me dit que nos vies ne valent pas grand-chose,
Elles passent en un instant comme fanent les roses,
On me dit que le temps qui glisse est un salaud,
Que de nos chagrins il s’en fait des manteaux.

Pourtant quelqu’un m’a dit que tu m’aimais encore,
C’est quelqu’un qui m’a dit que tu m’aimais encore,
Serais ce possible alors ? (refrain)

On me dit que le destin se moque bien de nous,
Qu’il ne nous donne rien, et qu’il nous promet tout,
Paraît que le bonheur est à portée de main,
Alors on tend la main et on se retrouve fou.

Pourtant quelqu’un m’a dit…

Mais qui est-ce qui m’a dit que toujours tu m’aimais?

Je ne me souviens plus, c’était tard dans la nuit,
J’entends encore la voix, mais je ne vois plus les
traits, “Il vous aime, c’est secret, ne lui dites pas
que je vous l’ai dit.”

Tu vois, quelqu’un m’a dit que tu m’aimais encore,
Me l’a t’on vraiment dit que tu m’aimais encore,
Serait-ce possible alors ?

On me dit que nos vies ne valent pas grand-chose,
Elles passent en un instant comme fanent les roses,
On me dit que le temps qui glisse est un salaud,
Et que de nos tristesses il s’en fait des manteaux.

Pourtant quelqu’un m’a dit…

TRADUÇÃO:
Alguém Me Disse
Carla Bruni

Falam que nossas vidas não valem grande coisa,
Elas passam em um momento como murcham as rosas.
Falam que o tempo que desliza é um bastardo
Que de nossas tristezas ele faz um casaco.

No entanto alguém me disse, que você ainda me ama,
Alguém que me disse que você ainda me ama
Será isto possível então?

Falam me que o destino se diverte conosco
Que não nos dá nada e que nos promete tudo
Que a felicidade está dentro do alcance,
Então você estende a mão e se descobre louco

No entanto alguém me disse…

Mas quem me disse que você sempre me ama?

Eu não recordo mais, era tarde da noite,
Eu ouço ainda a voz, mas eu não vejo o rosto
“Ele ama você, isso é segredo, não lhe diga
que eu disse a você”

Você vê alguém dizendo a mim que você ainda me ama,
Você realmente me disse que você ainda me ama,
Seria isto possível então?

Falam que nossas vidas não valem grande coisa,
Elas passam em um momento, como murcham as rosas
Falam que o tempo é um bastardo
Que nossas tristezas são aparência

No entanto alguém me disse…

Já que eu arranjei um amiga à francesa, resolvi homenagear ela.
Bom feriado Mademoiselle Dry
^^
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O Sentido da Vida – Bradley Trevor Greive

Uma obra de Bradley Trevor Greive (já li e recomendo).

 

  • Editora: Sextante
  • Autor: BRADLEY TREVOR GREIVE
  • ISBN: 8575422359
  • Origem: Nacional
  • Ano: 2006
  • Edição: 1
  • Número de páginas: 132
  • Acabamento: Brochura
  • Formato: Bolso
  • Código de Barras: 9788575422359

Qual o sentido da vida?

Ao longo da história grandes filósofos e pensadores quebraram a cabeça a procura de uma resposta.
Com divertidas imagens e com um texto afiadíssimo, Bradley Trevor Greive dá sua contribuição inteligente e bem-humorada a um dos maiores debates da humanidade.

SOBRE AS MINHAS LENTES:

Uma obra de arte  é minha opinião d’O Sentido da Vida, uma obra de Bradley Trevor Greive é um livro extraordinário, o autor teve muita criatividade no uso das imagens, esse é o tipo de livro que depois de ler você fica pensando sobre ele por horas e horas. A leitura do livro não leva mais do que uma hora e meia, mais é muito difícil resistir a instigante provocação de suas imagem e palavras, o que deixa a leitura mais lenta e prazerosa. O livro não é uma narrativa comum, não chega a ser um livro de autoajuda, mas uma máquina de interrogações. É o tipo de livro pra todas as horas, o qual também se pode indicar para qualquer tipo de pessoa. Li, lerei novamente e recomendo à todos. Boa leitura!

A Mensagem de Epicuro

Não é de hoje que grandes sucessos do cinema trazem atrelados a suas tramas uma certa dose de filosofia, eu já citei Matrix, V de Vingança e Gênio Indomável. Agora eu resolvi pegar um a produção da década de 80 que acredito, todos já devem ter assistido (inúmeras vezes). Ferris Bueller’s Day Off ou Curtindo a Vida Adoidado como foi traduzido no Brasil, é um filme americano que trás uma filosofia helenista em sua trama, mais precisamente podemos dizer que é uma Mensagem de Epicuro. Mas antes de irmos diretos ao assunto, vamos esmiuçar um pouco o filme (caso haja um pobre coitado que nunca tenha assistido a essa verdadeira obra de arte).

Sobre o Filme

Pôster de Curtindo a Vida Adoidado

Ferris Bueller’s Day Off foi lançado em 11 de junho de 1986 sobre a direção de  John Hughes, considerado “o mestre dos filmes adolescentes dos anos 80“. O filme conta a história de um jovem meio malandro que para aproveitar a um pouco mais a vida, finge estar doente para matar aula junto com sua namorada e o melhor amigo,é visto pela crítica moderna como um clássico e um paradigma do cinema da década de 1980, notável por ser uma obra cinematográfica que o espectador não se cansa de rever (eu mesmo já devo ter visto mais de 30 vezes, e agora que comprei o DVD vou ter o que assistir quando começar o BBB) – muito embora a maior parte das apreciações iniciais tenha sido negativa pois para as autoridades politicas-educacionais da época, ver um filme que fala de matar aula e “vadiar” ganhando fama e fazendo muito sucesso não é muito agradável.

Sempre que assisto me lembro dos tempos de escola, quando todos enfrentam aulas chatas e professores enfadonhos e das muitas vezes que pulava muros e janelas da escola para escapar das tediosas palestra sobre tabagismo ( eu nem nunca fumei! ^^), educação sexual (chegaram tarde, tudo tentaram me dizer eu já sabia desde os 9 anos rsrsrsrss) e segurança nas ruas ( ah tah, na época as carroças e bicicletas né?). Matar aulas (quando você nota que nem os “professores” sabe o que tão falando) pra tomar banho de lagoa, ir pescar com os amigos, pular cercas pra pegar pitomba, siriguela, manga e umbu, ou pra uma passadinha na casa da paquera (fazer o que era assim que o pessoal dizia, e cá entre nós, hoje chamam de cada coisa que não vou nem colocar aqui O.O) é mais do que recomendando.

Um rápido resumo (ALERTA DE SPOILER): Toda a história do filme passa-se na cidade de Chicago; era o dia 5 de junho de 1985. Ferris Bueller é um jovem aluno do último ano do colegial e pretende faltar a todas às aulas daquele dia. Assim, finge estar doente, enganando os pais, mas não a irmã Jeanie (Jean/Shauna), que se revolta com os sucessos dos planos do irmão.

Tão logo se vê sozinho em casa Ferris prepara seu quarto para simular sua presença, e convoca seu melhor amigo que é hipocondríaco, Cameron Frye, a pegá-lo em casa. Enquanto isto o diretor do colégio, Sr. Rooney, telefona para a Sra. Katie Bueller para comunicar a falta do filho. Ferris naquele ano, ao contrário de seu desejo de ganhar um carro, foi presenteado com um computador e, enquanto o diretor vê em seu monitor (ecrã) as nove faltas do aluno, Ferris invade o sistema do colégio e as reduz para somente duas. A mãe confirma, entretanto, que o jovem estava realmente doente e o diretor fica com cara de bunda (rsrsrsrs foi mau, não resisti ^^).

O quadro Tarde de Domingo na Ilha de Grande Jatte, de Seurat, obra que fascinou Cameron

Assim, depois de conseguir levar Sloane (a namorada de Ferris), os três partem para o centro de Chicago, onde começa a série de aventuras. Guardando a Ferrari numa garagem pública, não percebem que dois garagistas decidem aproveitar a oportunidade para dar um rolé pela cidade com o carro, o que se diga de passagem muitos manobrista fazem. Dali, começam as tramóias de Ferris, que incluem fazer-se passar pelo “Rei da Salsicha de Chicago” (um dos melhores momentos do filme) e assim obterem uma mesa no exclusivo restaurante “Chez Quis”, visita a museu (Art Institute of Chicago, onde Cameron parece se identificar com uma criança retratada por Georges-Pierre Seurat), ida ao Wrigley Field, estádio da equipe de beisebol Chicago Cubs, ao Sears Tower e até a participação numa parada alemã, em que Ferris faz toda a cidade dançar ao som de Twist and Shout dos Beatles.

Ferris cantando Twist and Shout na parada alemã.

Enquanto isto os alunos do colégio, acreditando que Ferris esteja verdadeiramente muito doente, iniciam uma campanha de arrecadação de fundos para comprarem-lhe um novo rim. Em várias partes da cidade, não apenas do colégio, a notícia da doença do jovem se espalha, bem como a campanha “Save Ferris” (“Salve Ferris”), que será lida em vários momentos do filme: numa imensa caixa d’água redonda, na porta do estádio de beisebol, no caderno de um aluno, etc.

Os três amigos encerram as brincadeiras e voltam à garagem, justo no momento em que o carro deles chega do passeio. A quilometragem, que imaginaram ser reduzida, estava três vezes maior que a originalmente marcada. Cameron fica em estado de choque e assim permanece por um bom tempo, sendo colocado pelo casal amigo numa cadeira junto à piscina de sua casa, enquanto os outros dois se banham, imaginando como farão para solucionar o problema.

Uma simples descrição do enredo não faz justiça a este filme, como nenhuma descrição sumária de enredo não faz justiça a uma boa comédia (…) não se esqueça de ficar até o final dos créditos.

Peter Reiher

A Mensagem:

O filme trata muito dos prazeres da vida, como a vida é curta, como os bons momentos cercados de amigos e amores devem ser valorizados e multiplicados. Epicuro de Samos (341 a.C., Samos — 271 ou 270 a.C., Atenas) foi um filósofo grego do período helenístico. Seu pensamento foi muito difundido e numerosos centros epicuristas se desenvolveram na Jônia, no Egito e, a partir do século I, em Roma, onde Lucrécio foi seu maior divulgador.

Um Guia Para A Felicidade.

O propósito da filosofia para Epicuro era atingir a felicidade, estado caracterizado pela aponia, a ausência de dor (física) e ataraxia ou imperturbabilidade da alma. Ele buscou na natureza as balizas para o seu pensamento: o homem, a exemplo dos animais, busca afastar-se da dor e aproximar-se do prazer. Estas referências seriam as melhores maneiras de medir o que é bom ou ruim. Utilizou-se da teoria atômica de Demócrito para justificar a constituição de tudo o que há. Das estrelas à alma, tudo é formado de átomos, sendo, porém de diferentes naturezas. Dizia que os átomos são de qualidades finitas, de quantidades infinitas e sujeitos a infinitas combinações. A morte física seria o fim do corpo (e do indivíduo), que era entendido como somatório de carne e alma, pela desintegração completa dos átomos que o constituem. Desta forma, os átomos, eternos e indestrutíveis, estariam livres para constituir outros corpos. Essa teoria, exaustivamente trabalhada, tinha a finalidade de explicar todos os fenômenos naturais conhecidos ou ainda não e principalmente extirpar os maiores medos humanos: o medo da morte e o medo dos deuses. Naqueles tempos, Epicuro percebeu que as pessoas eram muito supersticiosas e haviam se afastado da verdadeira função das religiões e dos deuses. Os deuses, segundo ele, viviam em perfeita harmonia, desfrutando da bem-aventurança (felicidade) divina. Não seria preocupação divina atormentar o homem de qualquer forma. Os deuses deveriam ser tomados como foram em tempos remotos, modelos de bem-aventurança que servem como modelo para os homens e não seres instáveis, com paixões humanas, que devem ser temidos.

Desta forma procurou tranquilizar as pessoas quanto aos tormentos futuros ou após a morte. Não há por que temer os deuses nem em vida e nem após a vida. E além disso, depois de mortos, como não estaremos mais de posse de nossos sentidos, será impossível sentir alguma coisa. Então, não haveria nada a temer com a morte. No entanto, a caminho da busca da felicidade, ainda estão as dores e os prazeres. Quanto às dores físicas, nem sempre seria possível evitá-las. Mas Epicuro faz questão de frisar que elas não são duradouras e podem ser suportadas com as lembranças de bons momentos que o indivíduo tenha vivido. Piores e mais difíceis de lidar são as dores que perturbam a alma. Essas podem continuar a doer mesmo muito tempo depois de terem sido despertadas pela primeira vez. Para essas, Epicuro recomenda a reflexão. As dores da alma estão frequentemente associadas às frustrações. Em geral, oriunda de um desejo não satisfeito.

Encontra-se aqui um dos pontos fundamentais para o entendimento dessa curiosa doutrina, que também foi tomada por seus seguidores e discípulos como um evangelho ou boa nova, o equacionamento entre dores e prazeres.

Das 300 obras escritas pelo filósofo, restaram apenas três cartas que versam sobre a natureza, sobre os meteoros e sobre a moral, e uma coleção de pensamentos, fragmentos de outras obras perdidas. Estas cartas, com os fragmentos, foram coligidos por Hermann Usener sob o título de Epicurea, em 1887, mas mais tarde descobriu ser de Leucipo para Hermann Diels. Por suas proposições filosóficas Epicuro é considerado um dos precursores do pensamento anarquista no período clássico.

PRAZER e DESEJOS: A doutrina de Epicuro entende que o sumo bem reside no prazer e, por isso, foi uma doutrina muitas vezes confundida com o hedonismo. O prazer de que fala Epicuro é o prazer do sábio, entendido como quietude da mente e o domínio sobre as emoções e, portanto, sobre si mesmo. É o prazer da justa-medida e não dos excessos. É a própria Natureza que nos informa que o prazer é um bem. Este prazer, no entanto, apenas satisfaz uma necessidade ou aquieta a dor. A Natureza conduz-nos a uma vida simples. O único prazer é o prazer do corpo e o que se chama de prazer do espírito é apenas lembrança dos prazeres do corpo. O mais alto prazer reside no que chamamos de saúde. Entre os prazeres, Epicuro elege a amizade. Por isso o convívio entre os estudiosos de sua doutrina era tão importante a ponto de viverem em uma comunidade, o “Jardim”. Ali, os amigos poderiam se dedicar à filosofia, cuja função principal é libertar o homem para uma vida melhor.

Epicuro classificou os desejos humanos dessa forma:

Desejos Naturais:

1. Necessários (para a felicidade eudaimonia, para a tranquilidade do corpo (segurança/proteccção), para a vida (nutrição e sono).
2. Simplesmente Naturais (variações de prazer, a busca do agradável)

Desejos Frívolos:

1. Artificiais ( riqueza, glória, poder e honra)
2. Irrealizáveis (imortalidade)

 

OBS: Vale apena resaltar que o próprio Epicuro pedi moderação nos atos pois o prazer em demasia se torna vicio e vicio não tras felicidade.

 

O Menestrel – William Shakespeare

UM POUCO SOBRE O AUTOR.

Sou fã dele, já li metade de suas obras. Recomendo à todo!

Começarei esse ano sugerindo a leitura de um dos mais extraordinários poemas que já li, O Menestrel de William Shakespeare (1564 — 1616) um dos imortais da literatura e dramaturgia universal. Tido por muitos como o maior escritor da língua inglesa e o mais influente dramaturgo de todos os tempos, seu estilo literário se solidificou em tragédia, drama, comédia, poesia, e romance. Não existe consenso quanto Shakespeare produziu, de suas obras restaram 38 peças, 154 sonetos, 2 longos poemas narrativos, e diversos outros poemas. Suas peças foram traduzidas para os principais idiomas, e são encenadas mais do que as de qualquer outro dramaturgo.Muitos de seus textos e temas, especialmente os do teatro, permaneceram vivos até os dias atuais, sendo revisitados com freqüência pelo teatro, televisão, cinema e literatura. Entre suas obras mais conhecidas estão Romeu e Julieta, que se tornou a história de amor por excelência, e Hamlet, que possui uma das frases mais conhecidas da língua inglesa: To be or not to be: that’s the question (Ser ou não ser, eis a questão) e é visto como sua obra máxima.

O Menestrel

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se. E que companhia nem sempre significa segurança. Começa a aprender que beijos não são contratos e que presentes não são promessas.

Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.

Aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo.

E aprende que, não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam… E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso. Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

Descobre que se leva anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la…

E que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.

E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.

E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.

Aprende que não temos de mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam…

Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa… por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser.

Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto.

Aprende que não importa onde já chegou, mas para onde está indo… mas, se você não sabe para onde está indo, qualquer caminho serve.

Aprende que, ou você controla seus atos, ou eles o controlarão… e que ser flexível não significa ser fraco, ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem, pelo menos, dois lados. Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática.

Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se. Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.

Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens…

Poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.

Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém…

Algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo.

Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.

Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar.

Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, em vez de esperar que alguém lhe traga flores.

E você aprende que realmente pode suportar… que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida! Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar se não fosse o medo de tentar.

VER+:
Se você se emocionou com o poema, assista aqui a atuação de Moacir Reis  interpretando o Menestrel, recomendo à todos!

CONCIDERAÇÕES FINAIS:
No vídeo acima, o texto é da Veronica Shoffstall! O QUE TEMOS DE SHAKESPEARE SÃO PEÇAS E SONETOS! O ator citou O Bardo pois usou um trecho de uma peça no final e mesmo assim de forma ERRADA e sem sentido, pois ele disse: “Nossas DÁDIVAS são traidoras…” o correto é: “Nossas DÚVIDAS são traidoras…”. Fica a correção!

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